Quando os pesos-pesados do Sistema OAB se encontram (Marcus Vinícius, Chico Lucas e Raimundo Júnior) e a eleição do Quinto do TJ-PI

Boletim 26/09/25

(Essa é uma coluna longa, feita para as pessoas que querem entender como as coisas funcionam no Mundo Real. Se não é seu caso, passe adiante e continue vendo reels de 15 segundos no Instagram).

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Egresso da Universidade Federal do Piauí, onde cursou Direito, o ex-presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinícius Furtado Coelho (uma das poucas pessoas conhecidas realmente pelo nome completo), paira como uma entidade jurídica decisiva e, no entanto, discreta, na República. Os adjetivos são complementares.

Os holofotes foram alcançados décadas atrás, gerando a aura que Marcus Vinícius emana de maneira crescente até hoje. Foi advogado do ex-governador Hugo Napoleão no processo de cassação do então governador piauiense Mão Santa nos anos 90. Mas também foi advogado do petista e ex-deputado federal Nazareno Fonteles (pai do governador Rafael Fonteles). É um resolvedor de problemas grandes, mas você nunca vai vê-lo falando disso. Os outros é que falam.

No escritório que tem no Lago Sul, o bairro mais elitizado de Brasília, Marcus Vinícius é consultado quando alguém precisa desatar um nó irresolvível. Ele segue influente no Sistema OAB, tendo apoiado o atual presidente, Beto Simonetti, que conseguiu o feito de reeleger na presidência nacional da Ordem. 

E um belo dia (a primavera começou na capital federal, uma chuva leve alivia a secura do Cerrado) está lá Marcus Vinícius recebendo um trio inusitado: o presidente da OAB-PI, Raimundo Júnior (até aí tudo bem) com seu tesoureiro Rafael Neiva, e o ex-presidente da Ordem no Piauí e atual secretário estadual de Segurança Pública do Piauí, Chico Lucas. A trinca. Eles são profissionais.

O encontro dos pesos-pesados (figurativamente falando) regado a café expresso (sem açúcar, pois Raimundo e Chico estão visivelmente perdendo peso) vem dois dias depois da tão falada eleição direta para a vaga de desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) pelo Quinto Constitucional. Coincidência… para quem acredita. O que não é o caso da colunista.

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Extraoficialmente

Oficialmente os piauienses dizem que o intuito da conversa foi só “estreitar laços”. Essa história não cola com o boletim, ora. Extraoficialmente, Chico, Raimundo e Rafael querem o apoio informal de Marcus para um projeto de combate aos falsos advogados no Piauí. E mais extraoficialmente ainda, o encontro é um realinhamento de forças entre Raimundo e Chico, com impacto direto na seara jurídica (e todo mundo sabe que a política não existe sem levar em conta o Judiciário).

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Te parabenizo pelo mesmo motivo que te criticam

A imagem de Chico Lucas ao lado do advogado Mário Basílio, o mais votado pela advocacia para a vaga de desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí rodou na bolha jurídica. De um lado, Chico Lucas/Governo foram acusados de beneficiar Basílio. De outro, Chico Lucas/Governo foram parabenizados pelo mesmo resultado. Tudo é uma questão de ponto de vista, leitor… 

Mas até os incrédulos precisam admitir que a estratégia de pedir o voto único em Basílio (e não a chapa completa, pois o advogado (a) poderia votar em até 12 nomes) fez com que o ex-advogado do colégio CEV (de propriedade da família Fonteles) ultrapassasse o até então super favorito do voto popular entre os advogados, Sigifrói Moreno. Funcionou.

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Política de Ordem

Tem um negócio no Direito chamado “política de Ordem”. Bom, na política de Ordem: a primeira dúvida é se o ex-presidente da OAB-PI, Sigifroi Moreno, o segundo mais votado entre os advogados, segue no grupo raimundista. Sigifroi, esse sim faz política de Ordem e apoiou Raimundo Júnior, que visivelmente estava mais ao lado de Mário Basílio do que de Sigifrói.

 “E tem os insatisfeitos, menos notáveis que o Sigifroi. Muita gente criou expectativa, e nitidamente ficou decepcionada com esse desfecho”, aponta um ex-juiz ao boletim, em reserva. A próxima eleição da OAB-PI promete fortes emoções!

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Tanto RJ como Celso querem o Y, o inevitável

Como também se sabe, advogados do entorno do Governo deram apoio ao grupo de Celso Barros (ex-presidente) na eleição do ano passado. Foi a gestão de Celso que votou uma lista contendo o nome de Basílio e que terminou impugnada no Supremo Tribunal Federal. Falando neles, um ex-celsista ainda acredita em mudança via judicialização (nenhuma surpresa aqui, afinal, estamos falando de advogados. “Litígio” é o sobrenome deles).

“A Ação Judicial seguirá seus capítulos e com boas chances fora das interferências locais junto à Justiça Federal, resta saber o nível de desejo, resistência e empenho dos cinco mosqueteiros. O Y (candidato a desembargador bem votado) mantém o favoritismo tanto pelo rito da atual gestão, como pelo rito da gestão pretérita”, analisa o jurisconsulto ao boletim, acrescentando: “O Y é inevitável, rs”.

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Os mais votados no Conselho Seccional serão…

Os seis mais votados entre os advogados serão os escolhidos pelo Conselho Seccional ou pode ter mudança? “Não vejo nenhuma mudança, você vê?”, questiona um advogado sincerão. A colunista não sabe a resposta certa… “A K fez uma campanha batendo na relação entre X e Y, podem trocar o lugar dela por outro, mas ainda assim acredito em acordo”, completa o advogado, sobre o futuro incerto.

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Um estranho no ninho

Recapitulando: após a votação direta dos advogados (fase 1) haverá uma consulta interna no Conselho Seccional da OAB-PI (fase 2), que fará uma lista de seis nomes e enviará ao TJ-PI. O TJ-PI escolhe três (fase 3) e manda para o governador definir o novo desembargador (fase 4). Estamos no meio da fase 2 mas alguns só pensam na 3. 

Naturalmente, a escolha impacta sobre a composição de forças dentro do Tribunal, afinal, toda Corte tem seus alinhamentos. Paira uma indefinição quanto a esse realinhamento: qual será a postura do futuro jurista? Vai se alinhar a qual grupo? Ou vai seguir mais no estilo de não ter arestas, como, por exemplo, faz o desembargador José Wilson? A presença do escolhido por Rafael Fonteles melhorará o diálogo institucional? Ou criará um novo núcleo de poder (poucos apostam nisso, mas…)?

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Aposta da Mesosfera

Um advogado bem informado onde opera o ar rarefeito tem um chute especial sobre a lista tríplice do TJ-PI. Vejamos o que diz a nobre excelência…

“Não vai ter disputa de nada. O Sigifrói é um cara legal, se não for unânime no Conselho é porque não tem o voto da W (ex-presidenta) porque ele desbancou o grupo dela no passado. Do TJ, aposto que saem de lá o Mário Basílio e o Leo Airton. Pode ir o Sigifroi ou uma mulher, ficando entre a Ivilla (preferência da gestão de Raimundo Júnior) ou a Gisela Freitas (esposa do deputado federal Átila Filho, que engatou uma campanha com gás)”.  A turma que faz apostas, pode ficar à vontade para tentar acertar…

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Os líderes dos Capas Pretas

“Acredito que o L (candidato ao Quinto) entra (na lista tríplice do TJ-PI) porque tem um bom padrinho lá, é o J (desembargador), que herdou a liderança desse grupo que teve como maior referência o desembargador Alencar. O E (desembargador) tem espírito de liderança e sabe liderar. O Z (desembargador) tem potencial de gestão, mas ainda não foi testado. Mas pode ser um excelente gestor, só não sei se é líder como o E. O E tem uma qualidade que admito: é cumpridor de acordo e não há óbice ao M (candidato a desembargador) da parte dele”, aponta um outro ex-magistrado ao boletim, em reserva sobre o termômetro dos Capas Pretas (Como não curte ser processada, a colunista suprimiu os nomes citados, obviamente).

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A lógica da escassez

Apesar de alguns acreditarem que somos seres especiais, a colunista se alinha à filosofia de que os seres humanos nada mais são do que macacos sem pelo, funcionando pela lógica da natureza. Uma das principais leis da natureza é a de que um ser vivo nunca fará mais do que aquilo que tem de fazer. Ele sempre buscará a ação mínima de gasto de energia, conservadora e, no entanto, suficiente para ter os resultados que precisa. O desejo exige ação. As ações podem aproximar ou afastar os personagens de seus objetos de desejo. 

O valor do objeto de desejo está relacionado ao risco: quanto maior o risco, maior o valor do objeto. O que vale a pena arriscar pelo seu tempo, pelos seus recursos, pela sua alma? Quanto maior o objeto de desejo, maior o envolvimento e vice-versa. Pense sobre isso.

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Draga vetado (de novo)

A força que comanda o mundo é a escassez (você pensou que eu dizer “amor”, leitor? Por favor… você me conhece). Simplesmente não há bastante de nada no mundo (nem tempo, nem dinheiro, nem amor, que seja), como dizia o filósofo existencialista Jean Paul Sartre. Para satisfazer nossas necessidades, temos que entrar em algum tipo de combate. Faz parte.

Daí vem a dúvida: como está o vereador mais votado de Teresina, Eduardo Dragalana (PSD), sabendo que o PT decidiu de maneira unânime não aceitar a filiação dele, assim como o MDB (o deputado Georgiano Neto votou a favor de Draga… mas Georgiano é do MDB?) e o Progressistas (até eles)? Com a resposta… Draga!

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O Rafael vai me ajudar

“Aqui não tem tristeza não! Quanto mais bate mais incha. Rapaz, estou na minha. ‘Ah porque Fulano não quer’… Se fosse assim ninguém ia atrás dos seus sonhos. O mundo está aí só pra lhe jogar pedrada. Alegaram que tenho voto e dinheiro demais, que a chapa do MDB está bem redonda e eu ia pra tomar uma vaga de um deles. Tipo assim, tô de boa, posso ter perdido uma batalha, mas não a guerra. Governador (Rafael Fonteles) vai nos ajudar! Sou aliado e sou fiel”, disse Dragalana ao boletim.

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Não tem só duas chapas não

A colunista: “O Rafael vai ajudar? O Rafael?”. Resposta do vereador: “Vai sim, vou conversar com ele nos próximos dias”. Ah bom… mas não tem só duas chapas de deputado estadual em 2026 na base aliada? PT e MDB, no caso. “Não tem só dois partidos não… pode ter uma chapinha”. É mesmo, qual seria a chapinha? “Pode surgir a do PDT”, completou Dragalana. Agora vai?

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Sílvio Mendes na Drogasil 

Se o acaso permitir, você pode encontrar o prefeito de Teresina, Sílvio Mendes (União Brasil) na Drogasil da avenida Dom Severino, por volta de 21h, com um saco de picolés da Kibon na mão. Era uma quinta-feira e Sílvio iria levar o saco de picolé para os netos. A colunista tinha acabado de chegar na capital e estava comprando uma Neosaldina para dor muscular depois que uma cadeira caiu no pé (não vamos entrar em detalhes mas atrás do pobre corre mesmo um bicho e eu tenho como provar). 

Colunista: Fim de expediente?

Sílvio Mendes: Pra mim não…

Colunista: E vai fazer o que ainda?

Sílvio Mendes: Vou terminar de ler um livro do Ken Follet (autor de thrillers e romances históricos) e ver um filme na Netflix (para e pergunta para a esposa, ao lado, qual era o nome do filme que viram ontem). Ontem vimos “Na natureza selvagem”. É um bom filme, dizem que é baseado em fatos reais.

Colunista: Já ouvi falar, vou colocar na minha lista.

Sílvio Mendes: Mas a gente viu outro filme melhor ainda… “Entre segredos e mentiras”.

Colunista: E esse é bom?

Sílvio Mendes: Esse é realmente baseado em fatos reais… (E riu).

A colunista também riu, esquecendo-se por dois minutos da dor no pé.

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Se conselho fosse bom

Ser previsível é algo que lhe oferece retornos decrescentes. Uma dose de mistério e imprevisibilidade mantida por tempo suficiente, faz o respeito durar. Assim que começam a prever seu ritmo, conseguem determinar seus próximos passos, o que é um grave erro. Nunca dê tudo que eles achem que merecem. 

A lacuna cria valor e a mente das pessoas comuns sempre vai ansiar por preencher o espaço que você deixar. Enquanto os outros buscam incansavelmente o apaziguamento, você deve ficar à vontade em gerar um pouco de tensão. Não precise de nada, deseje pouco e você será sempre a peça que falta.

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Cifrada do Olimpo

No reino do Olimpo, onde só cabem dez deuses a cada Torneio Quadrienal, o deus Júpiter estava p. da vida. É que ele tentava montar uma chapinh… ops, uma Confraria quando recebeu um aviso do próprio deus Harry Potter vetando a ida do Cavaleiro Capitão para a Confraria de Júpiter. Os votos de Capitão são cruciais nessa empreitada. (Voz do narrador: Quando Harry Potter avisa que é pra ter só duas Confrarias e nenhuma a mais, é bom ficar ligado, pois ele tem meios de fazer valer sua vontade!). 

Mas (sempre tem um “mas”), Júpiter também tem margem de manobra. Considerando-se impedido de exercer sua capacidade de buscar a própria sobrevivência (o que é primordial no Olimpo, cujas vagas foram reduzidas para oito), Júpiter tem sim uma carta na manga. Pode ele pular de nuvem e ir para o Reino Azul com o rei Cirius? É uma boa pergunta, que paira no ar.

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Foto do dia

A retórica, como sistematizada por Aristóteles, é a arte de persuadir por meio de três elementos: ethos (credibilidade e caráter do orador), pathos (emoções despertadas no público) e logos (argumentação lógica). Tanto Lula quanto Donald Trump dão aula nesse quesito, como ficou provado essa semana na Assembleia Geral da ONU, em Nova York.

Lula trabalha com a retórica da inclusão (a ideia de uma comunidade ampliada que busca superar desigualdades), enquanto Trump opta pela exclusão, numa linguagem direta, combativa e simplificadora (o “nós” versus “eles”). Ambos eficazes porque o discurso persuasivo só se realiza plenamente quando ajustado ao que deseja o auditório. 

Lula montou sua fala na ONU como anti-Trump, sem citar o presidente norte-americano diretamente. Trump, informado de que Lula se dava melhor com o republicano George W.Bush (que chegou a ir a um churrasco na Granja do Torto nos anos 2000) em vez do democrata Obama. Olhou para Lula e improvisou, falando da “química” entre os dois num encontro de 39 segundos. 

Donald Trump incluiu Lula num círculo restritivamente demarcado e Lula topou entrar, confirmando que houve mesmo a “química”. As fórmulas químicas, quando bem executadas, podem ser milagrosas ou bombásticas. Veremos o resultado dessa.

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A frase para pensar

“A maioria das pessoas, mesmo que não saiba, está dormindo. Eles nascem dormindo, vivem dormindo, se casam no sono, criam filhos durante o sono, morrem durante o sono sem nunca acordar. Eles nunca entendem a beleza e a beleza dessa coisa que chamamos de existência humana”, Anthony De Mello (1931-1987), padre jesuíta e psicoterapeuta que mesclava a doutrina judaico-cristã ao budismo.

Sávia Barreto

Sávia Barreto, jornalista, fundadora e diretora-geral do Boletim Brio. Mestra em Comunicação, pesquisou Análise de Discursos e Eleições na Universidade Federal do Piauí. Cursou Doutorado em Políticas Públicas (Ufpi), estudando desigualdade de gênero. Graduada em Comunicação Social na Universidade Estadual do Piauí. Estudou Ciências Sociais (Ufpi). Tem MBA em Comunicação Política e Sociedade pela ESPM, São Paulo. Integra o grupo de estudos “Estratégia, Dados e Soberania” na UNB e é diretora de Comunicação Estratégica da ONG “Fórum para Tecnologia Estratégica dos Brics”, em Brasília, onde reside. Com 17 anos de experiência em redações do Piauí, trabalhou nos últimos dois anos como comentarista e colunista de política em Brasília. Trabalha com consultoria em branding e gerenciamento de reputação digital na Brio Comunicação Estratégica.
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2 comentários

  • Djalma Filho

    Pois é, Dra. Sávia… Quantas pessoas a senhora conhece que ousam dizer em quem votou, depois do resultado (a prévia dos advogados), sabendo que a escolha já está feita (pelo governador), e o ungido não recebeu o seu(meu) voto? Declaro, abertamente: votei Sigifrói e Patrícia. Acertei na fórmula de votar. Nada contra os demais, mas alguns eu sequer os conheço… E sei q esses dois não patrocinaram pagamentos de anuidades pelo interior, o que me diz muito de seriedade e compromisso. A vergonha ronda a classe… que faz-de-conta que nada há… Basta conferir as datas (desses pagamentos)… e os percentuais de comparecimento (capital: 58%; interior: 85%)… Alguém imaginaria isto? Que terá acontecido? Por que não foi divulgado o resultado por cidade? Eu gostaria muito de saber… Poderia me permitir uma reavaliação de conceitos… ou não! (Reencaminhado por erro anterior)

  • Djalma Filho

    Pois é, Dra. Sávia… Quantas pessoas a senhora conhece que ousa dizer em quem votou, depois do resultado (a prévia dos advogados), sabendo que a escolha já está feita (pelo governador), e o ungido não recebeu o seu(meu) voto? Declaro, abertamente: votei Sigifrói e Patrícia. Acertei na fórmula de votar. E sei q esses dois não patrocinaram pagamentos de anuidades pelo interior. A vergonha ronda a classe… que faz-de-conta que nada há… Basta conferir as datas (desses pagamentos)… e os percentuais de comparecimento (capital: 58%; interior: 85%)… Alguém imaginaria isto? Que terá acontecido? Por que não foi divulgado o resultado por cidade? Eu gostaria muito de saber… Poderia me
    permitir uma reavaliação de conceitos… ou não!

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