Os arquivos secretos no iCloud: polícia vai investigar fornecedores e Sol Pessoa deve sair em delação premiada

Boletim 17/10/25

Todas as vezes em que precisava atualizar o iPhone ou trocar de aparelho, a ex-chefe de gabinete do ex-prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, Suelene da Cruz Pessoa, a Sol Pessoa, fazia uma escolha: poderia ter deletado os arquivos e vida que segue ou salvado tudo na “nuvem”, o iCloud. Ela escolheu fazer backup de tudo, conversas e áudios, no iCloud. Tudo mesmo. Salvou na nuvem, caiu no inferno?

O primeiro depoimento de Sol foi tido como “bombástico” por interlocutores que tiveram acesso ao processo sigiloso e conversaram com exclusividade com o boletim.

Saiu da caixa de Pandora (expressão derivada de um mito grego em que Pandora, a primeira mulher, abre uma caixa que continha todos os males do mundo, doenças, dor, morte, liberando-os para a humanidade) a suspeita de recebimento de dinheiro de propina dentro da prefeitura de Teresina vinda de fornecedores, entre eles construtoras e empresas de lixo. Tudo está sendo investigado ainda.

A partir das falas iniciais da ex-chefe de gabinete, o boletim apurou que a Polícia Civil do Piauí estuda:

 1) Não pedir a manutenção da prisão de Sol, que deve sair, portanto, no final de semana (a prisão temporária dura cinco dias); 2) Firmar um acordo de delação premiada (é um acordo legal em que um investigado fornece informações relevantes sobre crimes a troco de benefícios, como redução de pena ou até perdão judicial) e 3) Abrir três inquéritos nas novas frentes supostamente relatadas por Sol, sendo o mais devastador de todos o que aponta não a “rachadinha”(objeto da operação “Gabinete de Ouro”, do Departamento de Combate à Corrupção, o DECCOR) e sim o da “propina”. 

Detalhes no boletim de hoje. Para dar conta de tudo, leia com um café forte ao lado, leitor.

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Três núcleos, três inquéritos e um caos

Chegou à colunista que a investigação agora trabalha com três núcleos e linhas de trabalho a seguir: 

1.Núcleo Rachadinha: É a linha dos terceirizados e das empresas do ramo que devolviam dinheiro dos salários para políticos e gestores. Foi o motivo que deflagrou a operação “Gabinete de Ouro” na terça-feira, 14. “Tipo, bota 200 pessoas (para trabalhar) e ganha mil reais de cada um, aí faz um dinheiro”, explicou um entendido do tema ao boletim.

2. Núcleo Fornecedor: As falas iniciais de Sol à polícia abriram uma nova porta e ninguém sabe o tamanho dela. Fornecedor é tudo numa gestão. Isso envolve construtoras e empresas que prestam algum serviço relativo à coleta de lixo na capital, além de empresas ligadas ao segmento de comunicação.

    “Essa frente do lixo pode complicar especialmente o X (vereador experiente que fez parte da gestão Pessoa, tido como forte) e a das construtoras pega mais o Y e o Z (vereador e empresário jovens)”, indica um político, questionado pela colunista, sobre os braços políticos das áreas na ex-gestão municipal. Esses braços têm reflexos políticos que podem chegar a Brasília – em todos os segmentos ideológicos.

    3.Núcleo Emenda Parlamentar: É aí que a Polícia Civil pode (a colunista disse que pode, não que vai) unificar os inquéritos da Operação Gabinete de Ouro e da Operação Interpostos, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro e foi deflagrada no mesmo dia. Isso implica especialmente vereadores, suplentes e ex-vereadores. Boa parte do fluxo de emendas, até hoje (gestão Sílvio Mendes) passa por pastas como Fundação Municipal de Cultura e Fundação Wall Ferraz. 

    “Tirando o Z, que não se dava bem com ninguém (vereador que integra hoje a gestão Sílvio Mendes), quase todos os vereadores têm negócio, maiores ou menores, nessas pastas aí. Rodava muita coisa por ali, é o nicho, ainda roda”, indica um ex-gestor ao boletim.

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    A vida antes do dilúvio

    Estudante aplicada de Medicina na faculdade Cet, em Teresina, focada em cuidar da vida fitness (sempre que podia, estava na academia, como mostram os registros nas redes sociais), fã incondicional de animais e religiosa, frequentando a igreja com regularidade, Sol Pessoa viu a vida mudar da noite para o dia. Hoje, está numa cela comum na penitenciária feminina. “Abatida, mas bem”, relata uma fonte que teve acesso ao estado de Sol na prisão. É preciso explicar o contexto para que o leitor entenda os fatos a seguir.

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    Como é feito o trabalho

    Por uma questão de clareza, tudo tem que começar do início. Vamos esclarecer três pontos ao leitor: 

    • O depoimento de Sol é sigiloso. A colunista obteve, via pessoas que tiveram acesso ao depoimento, o teor central do que foi falado. Chama-se isso de “apuração jornalística” e visa informar à população sobre temas de interesse público, como a aplicação de recursos que advém dos impostos pagos pelo cidadão.
    • Então o boletim fez a checagem com terceira fonte de credibilidade também no âmbito da operação e, por isso, se sente segura para elencar abaixo os nomes e situações citados no primeiro depoimento. Mais detalhes, só tendo acesso ao inquérito, o que a colunista não teve, infelizmente.

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    Os nomes citados por Sol seriam…

    Dessa forma, podemos nos dirigir aos fatos (até agora):

    1. Sol teria afirmado no depoimento, segundo fontes do boletim, que recebeu ordens diretas do então prefeito Dr.Pessoa a respeito de repasses de dinheiro vindo de fornecedores, ou seja, propina. Também citaria, nessa linha, a ex-primeira-dama, Samara Conceição, hoje já separada de Pessoa. Irei elencar as possíveis consequências dessa fala na nota abaixo dessa (caso você queira pular). Sol em Capricórnio, Pessoa em apuros?
    • “Encomendas” e “presentes” eram “empréstimos”?: Sol foi questionada pelo delegado se fazia rachadinha. Teria dito que não, que eram “empréstimos”. Há diversas mensagens sobre “entregar um presente” e “receber uma encomenda”, o que a polícia considera eufemismo para “devolver parte do salário”. Conclusão: Não teria admitido a prática de “rachadinha”.
    •  Jeová, Ximenes e Admilson são citados objetivamente: Primeiro, Sol teria confirmado que tratava com o empresário e servidor terceirizado na gestão do ex-prefeito, Marcus Almeida, sobre terceirizados. De político, segundo apuração do boletim, há um citado nominalmente (além do prefeito Dr.Pessoa). É o vice-prefeito de Teresina, ex-presidente da Câmara Municipal na gestão de Pessoa e ex-superintendente da Saad Sul, Jeová Alencar. 

    Sol teria dito, ainda segundo as fontes do boletim com acesso ao inquérito, que Jeová era quem mais tinha indicações de terceirizados, chegando a mil indicados. Mas não fez juízo de valor ou considerações a partir disso. O segundo e terceiro citados nominalmente no depoimento são Admilson Lustosa (ex-Finanças) e Reinaldo Ximenes (ex-Educação).

    • A ex-chefe de gabinete evitou fazer implicação de nomes da Câmara de Teresina. Nesse primeiro momento, Sol não colocou vereadores diretamente (exceto o citado acima) no rol de tratativas sobre rachadinha ou propina. A polícia, no entanto, pode puxar esse fio num segundo momento.

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    Tudo nas costas dele que não vai preso mesmo

    O ex-prefeito Dr.Pessoa tem 79 anos. Se indiciado (o que tende a acontecer, segundo advogados ouvidos pelo boletim), ele pode ser sentenciado, mas dificilmente seria preso. Pessoa tem insuficiência renal crônica e é hipertenso. “Ele não vai ser preso nunca, agora ela tem 30 anos de idade!”, aponta um advogado sobre os cenários distintos para Dr.Pessoa e Sol. 

    Interlocutores no mundo jurídico e policial acreditam que essa é a linha que protege muitas pessoas envolvidas na ex-gestão: centralizar as ações em Pessoa pois ele, no final, não seria preso. “Botar nas costas dele que não vai ficar preso, mas tem que ver como ele vai reagir. Mesmo que não seja preso, tem reputação que é o que a gente deixa no fim da vida”, pontua um observador próximo aos fatos. Dr.Pessoa não costuma ser previsível. Tem que combinar com os russos?

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    Dinheiro vivo dentro da sede da prefeitura é linha de investigação

    O boletim também apurou com exclusividade que, como Sol não apagou as conversas do celular, a polícia tenta decifrar um diálogo entre ela e um então secretário sobre a entrega de uma “encomenda”, que a polícia acredita ser sinônimo de “dinheiro” na sede da Prefeitura de Teresina. 

    Essa encomenda deveria ser feita na prefeitura, mas houve questionamento por uma das partes se não seria “muito perigoso” fazer esse tipo de entrega no Palácio da Cidade. Não ficou claro, pelo menos na informação que chegou à colunista, se houve ou não entrega da “encomenda” e o que estaria no pacote.

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    Nem te conheço

    Para integrante do núcleo duro de Dr.Pessoa na antiga gestão municipal, Sol era mais do que assessora: “Era como uma filha”, relata ao boletim um ex-secretário que conheceu Sol Pessoa no período em que ela começou a trabalhar com Dr.Pessoa, quando o médico ainda era vereador da capital. 

    “Em 2009 ele conheceu ela, ela era técnica de enfermagem, acho que fazia um estágio no Hospital Getúlio Vargas e ele era plantonista no ambulatório azul. Ela também fez tecnólogo em radiologia. O Pessoa tinha uma clínica para pessoas carentes, ela foi trabalhar lá e fez parte dessa rotina diária até ele ser prefeito. Como é que a pessoa está todo dia botado o almoço dele e não conhece ela?”.

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    Ahh, conhece sim

    Dr.Pessoa negou o parentesco com Sol em entrevista à imprensa: “Tem Pessoa? Tem. Podem investigar ela, pegar coisa material da casa dela. Ela não é nem vigésimo [grau de] parentesco. É coincidência de nome”, disse Dr. Pessoa por telefone à reportagem do O Dia (leia aqui). 

    Nos anos de prefeitura, no entanto, Sol era conhecida por ser “sobrinha” de Pessoa, fato não apenas nunca desmentido como reafirmado por atos de demonstração de confiança e acesso irrestrito de Sol não apenas ao ambiente profissional, mas também familiar.

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    As vantagens de ter um MacBook da Apple

    Como fã da marca Apple (salve Steve Jobs e Steve Wozniak!), a colunista entende que as vantagens de ter um computador MacBook incluem o design elegante e minimalista, o sistema operacional macOS, fluido e seguro, e a integração total com outros dispositivos da Apple. 

    Mas guardar um MacBook da Prefeitura de Teresina, comprado entre 2019 e 2020, com uma série de planilhas e documentos, parece não ser tão seguro assim… Principalmente se houve indicação de todos (atenção, todos) os Poderes. Claro que indicar nomes para que pessoas trabalhem não é ilegal. “Não é ilegal, mas é chato divulgar isso”. Realmente…

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    Pânico no mundinho 

    “Tem uns nove (vereadores) sem dormir. Caraca, tem gente querendo devolver, é muita loucura”, relatou ao boletim um ex-parlamentar sobre o clima (péssimo) do momento na política de Teresina. Esse político, no entanto, dorme em paz e sua única preocupação é sobre quem matou Odete Roitman: “Deus é bom demais pra mim. Eu era intrigado com ela…”. 

    Um outro ex-parlamentar aponta que a eleição de 2024 foi “excessiva”: “Todo mundo gastou 5, 6, 7 milhões de reais. Não existe isso, minha amiga. Não dá, véi. Gente que comprou posto de gasolina na semana da eleição e eu pegando dinheiro emprestado… A bagaceira é grande”, desabafou, aliviado.

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    No final, o burro come capim 

    Um ex-suplente na gestão Pessoa, afirma que “suplente e cachorro só muda o nome”. Dessa forma, ele alega também viver em paz. “O máximo que pode ter meu era eu pedir uns terceirizados. É por isso que eu digo, pode demorar, mas no final o burro sempre come o capim”. É, leitor… a hora da desforra?

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    Trupe daquelas

    Questionado pelo boletim sobre o que os fatos apurados pela coluna mostram (alguns o boletim não publicou hoje, porque demandam tempo de apuração e checagem, mas virão nas próximas edições), um entendido do Direito nas altas esferas respondeu o seguinte: “Mostra trupe desorganizada” e acrescentou: “Saiu de uma suspeita de lesão corporal pra cinco homicídios”, comparou, simbolicamente, a respeito da escalada na gravidade dos fatos, que surpreendeu até a polícia.

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    Pelo direito à defesa e ao contraditório, vamos fazer uma vaquinha e contratar nosso próprio advogado

    O advogado de Sol Pessoa é o criminalista Djalma Filho que, segundo fontes ouvidas pelo boletim, tem sua total confiança e deve seguir na defesa. 

    Por outro lado, um grupo de políticos municipais está buscando fazer uma espécie de “vaquinha” para contratar um outro super advogado criminalista se, por acaso, as coisas escalarem (ao que tudo indica, eles estão fazendo, dessa vez, uma previsão alinhada com a realidade). 

    A turma já quer ter os argumentos em mão no caso de precisar se defender. Por via das dúvidas… Chama o Kakay (Antônio Carlos de Almeida Castro, um advogado criminalista brasileiro, notório pela prestação de serviços advocatícios a políticos e empresários)?

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    Se conselho fosse bom

    A confiança realista (e não a presunção) vem do ato de cuidar de si mesmo. Ela só existe com comprometimento. Ficar com “um pé dentro e outro fora” é sinônimo de fracasso. Se a vida tem uma regra válida pelos últimos milênios é essa: quando escolher morder, nunca largue. Seja verdadeiro: o real supera o dinheiro, a perfeição, a competição. O real não pode ser falsificado. O real é presença, energia e convicção. Não é possível falsificar a realidade.

    Cuide da sua saúde física, mental, e ajude seus amigos e familiares. As pessoas gostam de conviver com aqueles que são calmos e capazes de controlar as próprias emoções. A maior parte das suas dificuldades não tem nenhuma relação com falta de sorte ou talento. Você apenas não tem controle emocional e não consegue correr o risco de fechar portas certas para abrir outras incertas. 

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    Cifrada do HD de ouro

    Novas revelações prometem abalar as estruturas no Reino do Sol Quente. É que como a turma está querendo jogar tudo nas costas do ex-rei Strong Coffee, dizem que o ex-rei é tudo… menos besta. Ele tem três alvos em específico: os cavaleiros municipais X (esquentado) e Y (frio) que no final das contas Strong Coffee acha que são culpados por permitirem e darem palco para uma investigação pretérita do reino. 

    “Ele pega ar com pouca coisa. Se cair, vai cair atirando. Ele disse pro Z (ex-gestor do castelo) que se alguma coisa triscar nele ele vai acabar com todos os cavaleiros, inclusive estaduais e federais!”, informa um interlocutor por dentro das coisas. Mas palavra por palavra… quem vence? Depende. “Antes da confusão ele pediu para a Luminescência (ex-aliada) uma lista dos indicados de cada um e tem o HD com ele”. Xiiii… com HD, complica!

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    Foto do dia

    Ao contrário do que parece (pois é), o comportamento político é funcional, não caótico: tudo é feito com cálculos de custo-benefício, desempenho e risco. O advogado geral da União, Jorge Messias (o Bessias, daqueeele áudio da ex-presidente Dilma Rousseff no contexto da Lava Jato em 2016) não é o preferido dos políticos para o Supremo Tribunal Federal (o preferido é o senador Rodrigo Pachêco, ex-presidente do Senado), mas é religioso e dialoga com lideranças evangélicas, um eleitorado sensível a sinais identitários. Não deixa de ser ponte com um bloco que sempre resiste ao PT. Acima de tudo, é de confiança (do PT).

    Desgastes em indicações desse tipo são precificados e aceitos se os ganhos forem maiores. Com Luís Roberto Barroso fora (aposentadoria antecipada) e o discreto Edson Fachin na presidência, Lula (que já indicou Cristiano Zanin e Flávio Dino), sabe bem que o Supremo é vórtice em torno do qual giram hoje os conflitos da vida institucional brasileira. Escolhas de ministros são baseadas menos em capacidade técnica e mais em “quem conhece quem”. E Messias conhece Lula e Lula conhece Messias.

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    Música da semana

    “Enquanto houver sol / Ainda haverá”, canta Nando Reis, numa frase circular que parece se bastar. A música foi lançada em 2001, com a formação clássica dos Titãs. O sujeito poético não promete redenção, apenas permanência. Bom, não há otimismo ingênuo, mas uma esperança pragmática. Dá para acender uma vela em meio ao escuro? Quem sabe…

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    A frase para pensar

    “O problema não é para onde o dinheiro vai, mas de onde o dinheiro vem”, Luís Roberto Barroso (1958-), ministro do Supremo Tribunal Federal, sobre o financiamento de campanhas políticas.

    Sávia Barreto

    Sávia Barreto, jornalista, fundadora e diretora-geral do Boletim Brio. Mestra em Comunicação, pesquisou Análise de Discursos e Eleições na Universidade Federal do Piauí. Cursou Doutorado em Políticas Públicas (Ufpi), estudando desigualdade de gênero. Graduada em Comunicação Social na Universidade Estadual do Piauí. Estudou Ciências Sociais (Ufpi). Tem MBA em Comunicação Política e Sociedade pela ESPM, São Paulo. Integra o grupo de estudos “Estratégia, Dados e Soberania” na UNB e é diretora de Comunicação Estratégica da ONG “Fórum para Tecnologia Estratégica dos Brics”, em Brasília, onde reside. Com 17 anos de experiência em redações do Piauí, trabalhou nos últimos dois anos como comentarista e colunista de política em Brasília. Trabalha com consultoria em branding e gerenciamento de reputação digital na Brio Comunicação Estratégica.
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