Como a empresária Daniela Cunha “chegou lá”?, a atriz piauiense Paula Landim no circuito internacional, o jeito “Bruce”de fazer eventos e mais

O perfil dela no Instagram é fechado. No feed, apenas quatro publicações. Duas delas, publicações institucionais da empresa em que é proprietária, a Servfaz, que terceiriza serviços de mão de obra. As outras duas, o registro de uma homenagem a alguém da família e a outra, de uma senhora tocando flauta.

Ela também não é de muitas entrevistas. Não é das selfies, dos registros pomposos e dos tempos de “sociedade do espetáculo”. Engana-se quem pensa que essa descrição é sobre uma mera rede social. Quando na verdade é sobre os símbolos que se escolher fazer uso ou não, e do que eles são capazes de dizer sobre uma pessoa. Discreta nas mídias e muito atuante nos bastidores. Daniela Roberta Duarte da Cunha conduz uma das maiores empresas de prestação de serviços do estado, com mais de 9 mil colaboradores, 140 cidades atendidas em todo o Brasil e 17 anos de atuação. Em entrevista exclusiva ao Boletim Brio, revelou como pensa e deu pistas de como “chegou lá”.

Boletim Brio: O que foi decisivo para expandir a atuação da Servfaz no Piauí e garantir a competitividade em um mercado tão dinâmico como o de serviços de mão de obra?

Daniela Cunha: Foi buscar entender o que sustenta o crescimento. Diria que foram quatro pilares: Disciplina operacional, fazer bem feito todos os dias, com consistência. Pessoas, porque nenhuma estratégia se sustenta sem gente comprometida, preparada e alinhada. A Servfaz só cresceu porque construiu uma equipe que acredita, executa e sustenta o negócio junto. Pesquisa, inovação e melhoria contínua, questionar o que fazemos, buscar novas soluções e evoluir constantemente os processos.

E a profissionalização da gestão, sair do “achismo” e entrar no dado, no indicador, na decisão consciente. No mercado de serviços de mão de obra, quem sobrevive não é o maior, é o mais confiável e consistente. E a Servfaz vem buscando a confiança ao longo do tempo. Mas existe um ponto importante nessa trajetória. Expandir além do Piauí deixou de ser uma opção, passou a ser uma necessidade. Muitas vezes, fora do Estado, somos mais valorizados. Existe um desafio cultural que o empresário piauiense enfrenta, quem cresce aqui, com frequência, tem sua capacidade questionada. Os méritos e esforços, ao invés de serem reconhecidos, muitas vezes ganham uma narrativa de que há alguma força externa por trás. Isso não apenas distorce a realidade, mas limita o ambiente de crescimento.

Por isso, expandir também foi uma forma de afirmar algo que precisa ser dito com mais força dentro do próprio Estado, o piauiense é capaz, é competente e pode competir em qualquer lugar. E talvez esse seja um dos maiores desafios e também uma das maiores missões de quem decide crescer aqui.

Boletim Brio: Ser mulher no empreendedorismo ainda carrega expectativas extras. Você sente que precisou provar mais do que deveria? Em quais momentos isso ficou mais evidente?

Daniela Cunha: Sim. E acho importante dizer isso com clareza. Não foi sempre explícito, mas muitas vezes foi silencioso. Você entra na sala e precisa provar primeiro que entende, antes de ser ouvida.

No começo, isso me incomodava. Hoje, eu entendi que não preciso provar, eu preciso sustentar quem eu sou. Os momentos mais evidentes foram nas mesas de decisão, principalmente em ambientes mais tradicionais, onde a liderança feminina ainda não era esperada.

Mas também aprendi algo importante. Não é sobre ocupar espaço com força, é sobre ocupar com consistência. E tem algo que transforma tudo, quando a mulher tem consciência do seu potencial, ela vai muito além do que esperam, inclusive além do que, muitas vezes, ela mesma imaginava.

Boletim Brio: Se você tivesse que apontar um ponto de virada na sua trajetória, aquele momento que redefiniu tudo, qual seria?

Daniela Cunha: Para mim, não existe um ponto de virada isolado. Existe trajetória e existe constância. Eu não acredito em momentos únicos que mudam tudo, mas em um processo contínuo de evolução. Ao longo do caminho, fui entendendo que crescer não é fazer mais, é fazer melhor, com método, com consciência e com intenção. Mas, principalmente, fui entendendo a mim mesma.

Hoje, o que guia minhas decisões é esse compromisso diário de autoconhecimento, de olhar para dentro, ajustar rota, reconhecer limites e expandir possibilidades. Porque, no fim, a empresa cresce na medida em que a liderança cresce. E isso se constrói todos os dias, na forma de decidir, na forma de confiar e, principalmente, na forma de liderar. Não é um ponto que transforma, é a constância de quem escolhe evoluir.

Boletim Brio: Existe algum hábito/rotina/ritual que você considera essencial para manter o equilíbrio no dia a dia e que você não abre mão?

Daniela Cunha: Tenho um ritual simples, mas inegociável, parar para olhar o que realmente importa. Isso passa por revisar metas, refletir sobre decisões e me reconectar com o propósito. No meio da correria, é muito fácil virar reativa. Esse momento me traz de volta para o lugar de consciência. Mas ele também me lembra de algo essencial, a gente não sabe de tudo, na verdade, sabe muito pouco. Estamos em constante aprendizado.

E talvez o mais importante de tudo seja isso, valorizar quem está com você no trajeto. Porque ninguém constrói nada sozinho. O caminho só faz sentido quando é compartilhado. Sem essa consciência, a gente até cresce, mas corre o risco de se perder no próprio crescimento.

Boletim Brio: Se você pudesse resumir sua filosofia de vida em uma ideia ou frase, qual seria?

Daniela Cunha: A gente pode crescer, construir e conquistar sem abrir mão de quem a gente é, porque são as nossas raízes que sustentam tudo o que a gente se torna.

Boletim Brio: Como você define sucesso hoje? Essa definição mudou ao longo do tempo?

Daniela Cunha: Mudou muito.Antes, sucesso estava muito ligado a resultado, crescimento e reconhecimento. Hoje, sucesso é mais amplo. É construir algo sólido sem perder a paz, os vínculos e o sentido. É ver a empresa crescer, mas também ver as pessoas crescerem junto. É conseguir sustentar decisões difíceis sem se desconectar de si. Hoje, sucesso é ter resultado com consciência e impacto.

Perguntas sem filtro

Fazer festa no Piauí não é lá o jeito mais seguro de se ter lucratividade. É sempre uma caixinha de surpresa. Converse cinco muitos com um produtor de eventos e escute lamentações do setor. Aos fãs de pagode e samba da capital piauiense, os eventos organizados pelo produtor Bruce Robson, do Samba do Bruce, ganharam notoriedade nos últimos anos. Seja pela frequência de eventos, pela identidade criada que mistura samba raiz, “resenha” e uma divulgação sólida nas redes sociais ou simplesmente por conseguir trazer grandes nomes. É correto admitir que Bruce Robson fundou o seu próprio jeito de fazer festa. O Boletim Brio conversou com ele e traz para você os bastidores.

Boletim Brio: Muita gente diz que o relacionamento com os artistas e com a equipe dos artistas, nem sempre é fácil. Como é a sua experiência com essa parte da produção de eventos? Qual o maior dor de cabeça que um artista já lhe deu?

Bruce Robson: Sobre artistas, quanto maior o artista, mais a gente enfrenta algumas dificuldades com a produção. A produção costuma blindar muito o artista, né. Tem coisas que a gente gostaria de fazer com ele e não consegue. Seja foto, entrevista ou até uma participação em TV, muitas vezes não é possível. Principalmente em relação a fotos e autógrafos, às vezes tem artista que simplesmente não faz.A gente não promete isso para ninguém, mas entende e respeita o trabalho de cada artista que a gente já trouxe, principalmente os de grande porte.

Boletim Brio: O que ninguém vê quando olha um evento lotado e bem-sucedido? Qual é o bastidor mais duro que você já enfrentou?

Bruce Robson: O que ninguém vê, quando um evento é bem-sucedido, é a forma como a gente trabalhou para lotar esse evento. A nossa divulgação é bem diferente. A gente sai da rede social, sai daquela lógica só de música, cantor, festa… A gente vai pra rua, marca presença em restaurantes, em outros eventos. E a galera de Teresina já conhece a gente. Então, quando a gente chega, o pessoal já entende que vem novidade por aí.

O bastidor mais duro que a gente teve foi no nosso primeiro show nacional, com o Camisa 10. Foi algo novo, uma experiência que a gente ainda não tinha vivido até então, trabalhávamos apenas com bandas locais. Não foi difícil, mas foi diferente. E, com certeza, foi um aprendizado importante pra gente.

Boletim Brio: O que diferencia o “Samba do Bruce” de outras rodas de samba ou projetos musicais do Piauí?

Bruce Robson: O diferencial do Samba do Bruce, como eu sempre costumo falar, não é nenhuma receita. A gente vai fazer quatro anos agora, e o nosso diferencial é justamente porque fazemos um evento como se fosse pra gente.

Nós, produtores da M14 Produções, pensamos em cada detalhe como público também. O que a gente quer em um evento? Um som bom, preço acessível, uma banda de qualidade, estrutura com muitos banheiros, boa acessibilidade e, claro, segurança.

Boletim Brio: Investir em cultura no Piauí exige mais criatividade ou mais resiliência?

Bruce Robson: Eu vejo que houve um crescimento muito grande nesse cenário. A gente mesmo, aqui na produtora, dá uma importância enorme para as bandas locais. Já apareceram várias bandas de outros estados querendo se apresentar nos nossos eventos, até para fazer abertura de shows nacionais.

Mas a gente sempre prioriza a banda local, porque Teresina e o Piauí têm muita gente boa na música. E valorizar isso é fundamental para fortalecer a nossa cultura.

Boletim Brio: Quais são os projetos que a sua produtora está investindo para esse ano? Quais artistas estão previstos para vir ao estado?

Bruce Robson: Sim, a gente tem previsão de um artista nacional agora em agosto, no aniversário do samba. Esse artista faz tempo que não vem para Teresina, e a galera já pede há bastante tempo.

Não posso falar muito para não dar spoiler, mas vem aí o aniversário do Samba do Bruce, com uma atração nacional do samba que a galera vai gostar muito.

Boletim Brio: O que fez o Bruce ser o Bruce do “Samba do Bruce”?

Bruce Robson: É como a galera fala: quando você entende a importância de carregar o seu nome dentro de um evento, tudo muda.

Eu não sou um personagem, eu sou isso mesmo. A galera me conhece há muito tempo, do pagode, dos eventos. E ser conhecido pelo Samba do Bruce não é só algo bom, é uma satisfação enorme. É como um troféu pra gente, uma conquista construída com muito esforço.

A gente está fazendo o Samba do Bruce, algo que ninguém tinha feito antes, mesmo com tantos anos de pagode. Já trouxemos grandes nomes do pagode nacional, que são referência, e ainda assim não deixamos o evento cair.

A gente chegou em um nível em que está sempre buscando melhorar mais e mais, a cada edição.

Gestão exitosa

A defensora pública-geral do Estado do Piauí, Carla Yáscar, durante o lançamento do Anuário Jurídico Direito Hoje, na última quinta-feira (09/04), recebeu o troféu Nunes Marques, em reconhecimento aos serviços prestados à frente da instituição. A gestão de Carla Yáscar tem sido marcada pela interiorização dos serviços, nomeação de novos defensores, e pela eleição como secretária-geral do Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege).

“Compartilho a homenagem recebida com os defensores e as defensoras que diariamente se dedicam com compromisso, sensibilidade e responsabilidade à promoção da justiça e à garantia de direitos”, disse Carla Yáscar.

Uma piauiense com carreira no cinema internacional

Paula Guerra Paes Landim assistiu sua primeira aula de artes cênicas no Teatro Quatro de Setembro, em Teresina, aos 7 anos de idade, e logo após fez sua estreia na peça “Pluft, o Fantasminha”, dirigida por Moisés Chaves. Filha do ex-deputado estadual Paulo Henrique Paes Landim e da juíza trabalhista Benedita Guerra Cavalcante, Paula vem de uma família com forte tradição política, mas optou por seguir o caminho das artes, demonstrando sua versatilidade e paixão desde a infância.

“Eu digo que a profissão mais me escolheu do que eu escolhi ela. Sempre tive gosto pelo teatro e o palco e inventava de me apresentar todo ano com peças de teatro e danças inventadas por mim mesma para a minha família nas épocas festivas, devido a isso, minha mãe me colocou no teatro aos 7 anos”, contou em entrevista ao Boletim Brio.

Ela ganhou visibilidade ao participar de filmes como “Purple Trail” (2022) e “Monroe” (2023), ambos filmados nos Estados Unidos e dirigidos por Shiv Nadikuda. Em “Purple Trail”, interpretou Kate Robinson, uma médica psiquiátrica com um segredo sombrio, e em “Monroe”, deu vida a Rosemary. Em 2024, interpretou Anna, uma vendedora de drogas, no filme The Last Chapter (2024), gravado com Éric Roberts. Tem em seu currículo a Escola de Atores Wolf Maya, a graduação em Artes Cênicas pela Belas Artes e a New York Film Academy, onde estudou interpretação para TV e cinema.

“Tenho orgulho das minhas raízes”

“O Piauí me deu a minha base, minha história, minha cultura e eu levo muito disso comigo. Muitas pessoas acabam negando sua própria história de vida, suas raízes, eu já olho para trás e sinto orgulho da onde eu vim e do que trouxe comigo.
Existe estereótipo na indústria em geral, com mulheres, com negros, etc. Mas creio que dos últimos anos temos traçado um grande caminho de mudança nesse quesito e abrindo mais portas para pessoas de diversas culturas, etnias e que também precisam de uma voz”, afirmou a atriz piauiense.

A trajetória de Paula Landim foi pautada na coragem de seguir um desejo, mesmo quando isso exige perdas, como deixar a família, o lugar de origem e os afetos em busca de um sonho. Há também, nesse caminho, uma disposição constante ao risco. O ator, por essência, é resiliente, pois lida com recusas, incertezas, projetos interrompidos e recomeços frequentes. Sua história ilustra o quanto ter uma base é importante, mas a resiliência, a persistência e a força de vontade são mesmo ingredientes insubstituíveis para quem decide seguir a sua verdade, especialmente, quando ela não vem embalada entre as profissões mais “tradicionais”.

“Eu não tenho um ‘não’ que doeu muito até hoje. Para todos os atores o não sempre vai existir e na maioria das vezes nem é sobre você e sim sobre o perfil que mais se encaixa com aquele personagem. O que posso dizer é que estou sempre me dedicando bastante em trabalhos e estudos na minha área e que eu só farei projetos que façam sentido e possam promover a arte de forma saudável e transformadora na vida das pessoas”, narrou Paula Landim à Ápice.

Manual da Moda

A advogada piauiense Priscila Dantas, em um vestido longo, com caimento fluido e decote marcante, comunicando feminilidade e confiança. A cor, em um tom oliva, foge do básico. Sustentando um estilo que chama atenção sem excessos. O look é da Zara, marca de origem espanhola e queridinha das brasileiras.

A advogada previdenciarista Alice Belli e o seu estilo estilo “Casual Chic”, na Serra da Capivara. O look transmite praticidade sofisticada, combinando conforto com uma personalidade ativa. Ela traz ainda itens de luxo como o cinto da Louis Vuitton, o boné da grife Celine e a camiseta de algodão da marca alemã Hugo Boss.

A advogada e influenciadora digital, com seus vídeos autênticos e cada vez mais virais, Conceição Carcará aposta em um look clássico. O conjunto preto, com calça de corte reto e blusa neutra, cria uma base sóbria e sofisticada. O cinto e bolsa da grife Louis Vuitton reforçam uma elegância atemporal e o cuidado com a imagem. 

Piauí para os piauienses

O Piauí guarda inúmeros tesouros naturais ainda pouco explorados, e isso passa também por uma questão de identidade. Há uma dificuldade de reconhecer o próprio valor, de fortalecer uma educação voltada para a história, as memórias e para quem se é enquanto povo. Conhecer as gerações anteriores, entender as regiões do estado, o clima, a vegetação e, consequentemente, as belezas naturais, é essencial para construir esse sentimento de pertencimento.

A coluna Ápice visitou o Parque Nacional de Sete Cidades, localizado entre as cidades de Piracuruca e Brasileira, na região Norte do estado, e destaca aqui os avanços percebidos nos últimos anos, na unidade de conservação administrada pelo Instituto Chico Mendes. Antes do acesso, é necessário assinar um termo de risco, devido aos riscos naturais da área (animais peçonhentos, escorregões, isolamento, entre outros).

O parque hoje conta com uma maior sensação de segurança, com a presença de agentes ambientais, entrada gratuita e um sistema mais estruturado de monitoramento e apoio aos visitantes. Um detalhe que faz a diferença: a escada de acesso à Cachoeira do Riachão agora conta com um banquinho em meio aos mais de 80 graus, facilitando a visitação para idosos e pessoas com dificuldade de locomoção. Um salto positivo para o Piauí, com estrutura, equipes e suporte mais qualificados nos principais pontos de visita, fortalecendo o turismo e a vontade de retornar ao parque.

Psicologia no campo

A psicóloga piauiense Karenina Dantas foi reconhecida nacionalmente ao integrar a iniciativa “Mulheres que Transformam a Saúde”, que destaca lideranças femininas com atuação relevante no setor. O reconhecimento dialoga com um trabalho iniciado ainda em 2019, dentro do Grupo Progresso, a partir da campanha do Janeiro Branco, quando passou a observar com mais atenção os impactos das relações de trabalho no campo, especialmente em contextos de longos períodos de afastamento dos colaboradores de suas famílias.

Com a pandemia, esse cenário se intensificou e levou à estruturação de um projeto mais robusto, com foco em atendimento, psicoeducação e capacitação de equipes para identificar e lidar com sinais de sofrimento emocional. “Desde o início, o objetivo sempre foi claro: desmistificar a ideia de que psicólogo é ‘coisa de louco’ e normalizar o cuidado com a saúde mental”, explicou Karenina Dantas. 

Toda empresa busca produtividade, mas a ciência hoje traz um entendimento muito mais completo de como alcançá-la. A produtividade não pode se restringir a ideias fixas de otimização ou a técnicas de gestão, mas deve considerar o ser humano em sua complexidade, suas subjetividades e suas questões individuais, porque um trabalhador sem sobrecarga e emocionalmente saudável performa muito melhor e todos ganham com isso. 

Boa ideia

O projeto Cinema Entrerios, organizado pelo grupo de pesquisa “O Estado”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPI e pela Liga Acadêmica de Psiquiatria da UFPI, propõe ampliar o acesso ao debate sobre desigualdade social e saúde mental por meio da arte, utilizando o cinema como ferramenta de reflexão e aproximação com a realidade. A iniciativa estreia com o I Diálogo Entrerios, que terá como foco o documentário “GIG – A Uberização do Trabalho”, produzido pela Repórter Brasil, abordando questões centrais sobre as transformações nas relações de trabalho no país.

De acordo com David Williams, organizador, servidor público e mestre em Direito, “é no cinema que a arte encontra, em minha opinião, o seu ápice”. O evento é gratuito e aberto ao público e acontecerá no dia 22 de abril, às 15h, no auditório da Faculdade de Direito da UFPI.

Shelda Magalhães

É coordenadora-geral da Agência Brio Comunicação. Foi coordenadora de Comunicação da OAB-PI (2022-2024). Foi âncora da TV Antena 10/ Record TV e da TV Band Piauí. Foi repórter da TV Antena 10. Atuou como repórter do Portal OitoMeia. É jornalista pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI). É certificada em Marketing Digital, Branding Pessoal e de Marca.
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