Boletim 03/01/26
Por que fazer uma lista das 100 pessoas mais influentes do ano de 2025? O leitor pode arriscar perguntas: a colunista está achando que o trabalho está entediante? Quer desagradar mais gente ainda pois os reclamantes estão poucos? Alguém pediu? O povo clama por uma lista dessas? (Respostas inequívoca a todos os questionamentos anteriores: – Não).
Reunimos em um só lugar (um café mental), leões (pela força das instituições que representam) e raposas (pela agudeza das estratégias que incorporam). Há uma águia que vê tudo de fora. Essa águia é você, leitor.
O poder só é invisível para quem não sabe onde olhar. Nós olhamos.
P.S: É início do ano e esse texto foi minimamente editado, a colunista não está tentando ser Tolstói (escritor russo), no entanto, cabem justificativas sobre a base teórica e metodológica na confecção da lista. Influência não é algo que se mede com facilidade. Se estiver sem paciência, o leitor pode pular as explicações e verificar diretamente os nomes abaixo, a seu critério. Somos existencialistas por aqui: acreditamos que o ser humano é livre, portanto, é o que escolhe fazer a cada momento. Mas as escolhas da lista só serão plenamente compreendidas com a leitura da metodologia, isso é um fato.
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Defina influência
Primeiro, se a colunista diz que alguém é “influente” e hierarquiza posições, precisa conceituar a base da premissa. Comecemos pelo começo. Portanto, influência é entendida aqui como “a capacidade de afetar decisões, narrativas ou fluxos de poder”. Você precisa concordar com essa classificação para dar valor à lista abaixo, certo? Se não, não fará sentido prosseguir. De novo, você escolhe, leitor.
Portanto, a capacidade de certas figuras de serem o ponto de referência para os outros as colocaram aqui hoje. É claro que uma lista dessas é, por natureza, provocativa, afinal, tenta embutir nela a “chave” para entender tanto as elites como as forças emergentes locais. A discordância é um pré-requisito do trabalho que esta plataforma de conteúdo analítico encampa. Não a tememos, buscamos por ela.
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Por que medir o poder no Piauí? Breve explicação
Segundo, por qual motivo fazer uma lista do Piauí? A medição de influência por meio de listas editoriais amplamente reconhecidas, que são leituras obrigatórias para insiders do poder, não é novidade, como se vê na revista norte-americana Time (“100 pessoas mais influentes do mundo”), e veículos como Financial Times, The Economist e Forbes, fora do Brasil. Já Veja (“Brasileiros do Ano”), Folha de São Paulo, Poder 360, O Globo e Exame, são alguns expoentes nacionais que medem a capacidade real de decisão e articulação de figuras de proa em listas anuais segmentadas.
Ora, o piauiense tanto tem o direito de saber quem move as engrenagens do estado como merece uma curadoria que mergulhe nas nuances da influência na nossa terra. A lista retira a influência dos “bastidores” (nossa especialidade) e a coloca sob o escrutínio público, o que é um serviço jornalístico essencial.
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O passado, o presente e o futuro
Apaixonada por História, a humilde cronista imaginou uma lista de influência que não fosse apenas um “quem é quem”. Queremos construir um documento histórico, para que daqui há 100 anos, os descendentes do nobre leitor saibam como a banda tocava na terra dos seus antepassados no longínquo ano de 2025.
Esse trabalho é um documento vivo, um acompanhamento de tendências que será publicado anualmente, registrando assim quem está em ascensão e quem está perdendo espaço. A lista de 2026 pode ser completamente diferente. Ou não. Quem sabe?
O leitor vai entender ao ver os nomes, que os critérios incluem diversidade e renovação. Isso porque a influência no Piauí está em processo de mudança. Um político tradicional, uma influenciadora digital, um médico e um pastor podem estar lado a lado, legítimos em suas bases de influência. Além dos detentores do poder formal, também estão inclusas vozes que influenciam justamente por confrontar o status quo, mostrando que a influência também nasce da contra-corrente.

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Não concordo em nada com a lista, e agora?
Não tem problema nenhum em discordar. O leitor pode elaborar sua própria lista, fundar seu próprio veículo de comunicação e publicar suas opiniões ou então divulgar sua própria visão de mundo na internet, o que é gratuito.
O Boletim Brio sabe que, ao nomear quem detém o poder e a influência no atual momento, está convidando a sociedade a debater como esse poder está sendo usado. Michel Foucault, que embasa boa parte do trabalho da colunista, diz que “onde há poder, há resistência”. Que seja.
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Critérios editoriais
Prezando pela transparência, o trabalho da coluna mergulhou na “realidade efetiva” de que falava Nicolau Maquiavel: não buscamos aqueles que deveriam ter poder em um mundo ideal, mas aqueles que, de fato, exercem o comando, a influência e o capital simbólico no Piauí de hoje.
A construção desta lista fundamentou-se em três pilares inegociáveis:
1. A Escuta dos Notáveis: Bom, ninguém mapeia o poder isoladamente. Ao longo dos últimos meses, o Boletim Brio consultou, sob estrito compromisso de confidencialidade, uma junta de notáveis da sociedade piauiense. Ouvimos mentes da Academia, decanos da advocacia, lideranças do setor produtivo e observadores atentos da cena política. Essa “inteligência coletiva” permitiu captar influências que operam longe dos holofotes, mas que ajudam a definir o ritmo do estado.
2. O Check-list Técnico (Critérios Internos): Para garantir a isenção, cada nome foi submetido a um protocolo de avaliação interna. Este check-list, cujos parâmetros técnicos permanecem sob sigilo editorial para preservar a independência de futuras edições, analisa variáveis como: capacidade de decisão (o quanto a assinatura desta pessoa altera o destino de recursos ou leis?); poder de agenda (ela tem o poder de pautar a discussão pública em seu campo, e o que os outros estão pensando?); capital de rede (qual a profundidade de seus “tentáculos” em diferentes esferas, Piauí, Brasília e mercado?).
3. O Crivo do Conselho Editorial: A palavra final coube ao Conselho Editorial do Boletim Brio.
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Como votar? Não tem como
Essa não é uma lista que ouvirá a voz do povo após uma “votação de internet”. Frisando o que já foi dito: a seleção passa por um crivo de análise de impacto, capacidade de decisão e relevância social. Nossa curadoria não versa sobre quem é o “mais amado”. Falamos sobre quem tem a capacidade de transformar a realidade do estado em seu campo, seja para o bem ou pelo impacto de suas decisões.

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Ah, mas eles (as) não merecem!
Patrono da Ciência Política moderna, Nicolau Maquiavel rompeu com o moralismo cristão e os idealismos platônicos ao constatar que o poder não se ganha por mérito moral, diploma ou “justiça”. Não é o “melhor” que leva. Conquista-se por virtù (habilidade prática, astúcia, timing) navegando na fortuna (circunstâncias, acaso, contexto). O poder é conquistado quando o homem de virtù sabe aproveitar os ventos da fortuna. Quem sabe “ler o momento”, ascende.
Ainda Maquiavel: “O amor é mantido por vínculo de gratidão que os homens, sendo maus, rompem quando lhes convém. O temor é mantido pelo medo do castigo, que nunca te abandona”. Temos sim, pessoas muito queridas na lista, assim como também há os temidos, aqueles que quem ninguém quer como inimigo. Quem tem poder de punir, com a caneta ou a palavra, está indicado aqui.
Mais uma de Maquiavel: “Principados conquistados com a fortuna de outros são instáveis. Quem depende da boa vontade alheia não tem fundamento próprio”. Priorizamos nesse compilado, pessoas que possuem fontes autônomas de poder e não são satélites que orbitam outros. Maquiavel, assim como a colunista, desprezaria incluir “influentes” que são apenas reflexos de terceiros. Carisma, peso de suas decisões e capacidade de impor ordem ou consequências foram, eram e sempre serão elementos de poder.

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Cadê as mulheres?
O leitor já percebeu a essa altura do campeonato que esta lista não reflete o que deveria ser, mas o que é. Aplicamos os mesmos critérios para todos. O resultado, com menos de 20% de presença feminina, espelha a desigualdade estrutural do Piauí, não o viés editorial do Boletim Brio. A sub-representação feminina não é uma falha metodológica da colunista, frise-se. A ausência de mais mulheres reflete apenas o diagnóstico de uma estrutura de poder historicamente masculina.
Incluir mulheres por paridade numérica, para tornar a lista equilibrada entre os gêneros, seria justamente falsear a realidade que nosso jornalismo se propõe a documentar. Na política piauiense, por exemplo, as famílias tradicionais operam via transmissão pai-filho. Quando uma mulher aparece, frequentemente é como extensão do capital masculino: mulheres que “guardam” mandatos até filhos crescerem, esposas que ocupam cargos para manter quota familiar e filhas que entram na política depois dos irmãos homens.

Além disso, nas áreas acadêmicas, artísticas e econômicas, muitas mulheres são empurradas para campos com menor prestígio ou menor capacidade de conversão em poder direto.
O poder circula em micropráticas cotidianas. No Piauí, são as reuniões informais, decisões fechadas em churrascos, pescarias, campos de futebol, ou seja, espaços socialmente codificados como masculinos. Mulheres não entram.
Há, ainda, horários impossíveis, pois o poder piauiense é vivido em jantares que avançam madrugada, o que é incompatível com estruturas familiares onde mulheres ainda carregam dupla/tripla jornada. Moral da história: as mulheres não estão onde as relações de poder se tecem informalmente e, por isso, estão menos presentes na lista.
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Nota da colunista sobre a retirade de um certo nome…
Ao longo do processo de curadoria da lista Piauí 100, o nome desta colunista que vos fala, Sávia Barreto, que assina o levantamento, surgiu de forma espontânea e relativamente frequente nas consultas do Boletim feitas aos notáveis do estado nas categorias “comunicadores”, “Conexão Brasília” e até “Arquitetos do Poder” (que coisa). Ser citada por pares e fontes como uma das figuras que compõem o ecossistema de influência do Piauí é, sem dúvida, um reconhecimento.
No entanto, o jornalismo exige uma fronteira nítida entre o observador e o objeto observado. Por uma decisão estritamente ética e em comum acordo com nosso Conselho Editorial, optei por excluir meu nome da listagem final.
Minha influência, se existe, manifesta-se no compromisso de manter este espaço como um espelho fiel (e por vezes incômodo) da realidade política. A missão da humilde cronista não é ocupar um dos assentos do poder, mas sim iluminar quem os ocupa e como os utiliza. A lista que você lerá a seguir é fruto dessa busca por independência.
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Data Venia! Cadê os advogados?
Embora o Piauí possua nomes de trabalho técnico inquestionável na advocacia privada, a listagem final de 2025 optou por manter apenas os nomes que exercem influência institucional direta sobre o tabuleiro do poder.
Ciente das polêmicas de livros dourados do passado e considerando que a advocacia é uma atividade meio e muitas vezes protegida pelo sigilo profissional, os advogados (as) citados nas fases preliminares foram suprimidos para dar lugar a figuras que personificam o comando das estruturas. Quem sabe na próxima lista? Veremos.
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Base teórica
A coluna utiliza três bases teóricas para referendar a escolha dos nomes: o poder para o filósofo francês Michel Foucault (ele diz que o poder não é algo que se possui, como um cargo, um título, mas algo que se exerce em relações), os conceitos de campo e capital para o sociólogo francês Pierre Bourdieu e a forma de adquirir e exercer poder pelo historiador florentino Nicolau Maquiavel (como falado acima).
Por Foucault, ficamos sabendo que o poder circula, perpassa instituições, práticas cotidianas e discursos. Um procurador que escolhe quais casos investigar ou um jornalista que decide qual escândalo ganha manchete. Todos exercem micropoderes que se entrelaçam.

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Poder-Saber
Quem detém UM conhecimento especializado exerce poder: o médico que domina cirurgias cerebrais, o advogado que conhece brechas processuais, o consultor que entende trâmites de licitação. O critério da lista não foi escolher profissionais-celebridades e sim aqueles cujo saber os torna, de alguma forma, indispensáveis.
Bom, além disso, cada esfera (política, jurídica, jornalística, empresarial) tem suas próprias regras, hierarquias e lutas internas. Se é assim, poder é basicamente a posição dominante dentro de um campo + capacidade de influenciar outros campos. Um deputado estadual que é apenas deputado tem poder limitado ao campo político, mas se ele atua de modo reconhecido no campo jurídico, como advogado, a história é outra e a influência se multiplica.
Alguns nomes são tão fortes em suas áreas restritas e robustas, que basta. Outros, por sua vez, estão presentes no levantamento por conta da conversibilidade entre capitais, ou seja, são polivalentes. Um jornalista pode ter pouco capital econômico, por exemplo, mas possuir capital simbólico o suficiente para ser convertido em capital social (acesso), uma digital influencer consegue ditar moda e ter negócios que somam seu prestígio com o capital econômico dos seus empreendimentos e por aí vai.
Nosso objetivo nunca foi o de apenas mapear quem está no topo da hierarquia formal, se fosse isso, apenas pegaríamos a lista dos presidentes, diretores e líderes de grandes instituições do estado.
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Os Quatro Capitais
Segundo Pierre Bourdieu, há quatro capitais: capital econômico (recursos financeiros diretos); capital cultural (diplomas, conhecimento legítimo, refinamento); capital social (redes de relações, pessoas que conectam mundos diferentes) e capital simbólico (prestígio, honra, reconhecimento), formando um emaranhando de diversas personalidades moralmente legitimadas. No fundo, trata-se de reconhecimento: alguém só é influente se os outros reconhecerem essa autoridade.
Essa lista tenta ser, portanto, o mapeamento final do capital simbólico do Piauí em 2025, uma mescla de todos ou pequenos pedaços de capitais distintos. Quem detém o prestígio necessário para que sua palavra se torne lei ou tendência dentro de seus respectivos “campos” (o campo político, o campo jurídico, o campo das artes, comunicação, agronegócio, etc.)?
Tudo explicado, vamos à lista. Favor, como sempre, não matar a mensageira…
Atenção: a lista não está organizada em ordem de importância dos citados e sim por categorias, de modo absolutamente aleatório dentro das próprias categorias.

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CATEGORIAS
PODERES EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
Num estado em que a economia não tem indústrias fortes e tudo passa, direta ou indiretamente, pelo poder da máquina pública, os três Poderes são as maiores esferas de força bruta e simbólica. O Executivo detém a “caneta” e a execução orçamentária que movem a máquina pública; o Legislativo funciona como o epicentro da mediação política, onde interesses setoriais são convertidos em leis e orçamentos; e o Judiciário (estendido aos órgãos de controle) atua como o fiel da balança, exercendo a influência da última palavra e da segurança jurídica.
CONEXÃO BRASÍLIA
Nomes com capacidade de transferir poder, recursos e decisões nacionais para o Piauí, influenciando orçamento, políticas públicas e proteção institucional.
EMPRESÁRIOS E ECONOMIA
Empresários que movimentam cadeias produtivas inteiras, influenciam empregos, mídia, investimentos e decisões políticas, direta ou indiretamente.
IGREJAS E RELIGIÕES
Lideranças com poder simbólico, moral e mobilizador, capazes de influenciar comportamentos, eleições e debates públicos.
COMUNICADORES
Profissionais que definem narrativas, constroem reputações, amplificam crises ou consolidam lideranças.
CULTURA E INTELECTUAIS
Atores que produzem sentido, identidade e projeção simbólica do Piauí dentro e fora do estado.
SAÚDE, CIÊNCIA, SEGURANÇA, ESPORTE E INFLUENCERS
Setores estratégicos onde a influência se manifesta pela autoridade técnica, capacidade de mobilização social ou alcance massivo ou estratégico de audiência.
ARQUITETOS DO PODER
Figuras que não ocupam necessariamente cargos eletivos, mas operam influência decisiva nos bastidores, seja por estratégia política, comunicação, articulação institucional, controle de informação ou acesso privilegiado aos centros de poder.
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Os 100 mais influentes do Piauí em 2025; lista Boletim Brio
PODER EXECUTIVO
Rafael Fonteles – Governador do Piauí. Centraliza decisões estratégicas do Estado, controla a agenda orçamentária e imprime uma narrativa de modernização administrativa, com interlocução nacional e capacidade de induzir políticas públicas e alianças políticas de médio e longo prazo.
Chico Lucas – Secretário de Segurança Pública. Figura-chave no enfrentamento ao crime organizado e na coordenação das forças de segurança. Com discurso público firme e poder direto sobre operações sensíveis.
Washington Bandeira – Secretário de Educação. Responsável por uma das maiores redes públicas do estado, com influência direta sobre políticas educacionais e orçamento robusto. Foi escolhido por Rafael Fonteles como seu sucessor político.
Silvio Mendes – Prefeito de Teresina. Comanda o maior orçamento municipal do estado e exerce influência simbólica e política sobre a capital, centro decisório e econômico do Piauí.
Francisco Emanuel – Prefeito de Parnaíba. Lidera o segundo maior colégio eleitoral do estado, com impacto regional relevante e capacidade de articulação política no litoral e no eixo turístico-econômico. Rompeu com o grupo hegemônico e histórico do ex-prefeito de Parnáiba e ex-governador Mão Santa.
Pablo Santos – Prefeito de Picos. Figura central no semiárido piauiense, com forte liderança regional e influência política sobre um dos principais polos econômicos e eleitorais do interior.
Admaelton Bezerra – Prefeito de São José do Piauí e presidente da APPM. Porta-voz do municipalismo piauiense, articula interesses de centenas de prefeitos, influencia pautas junto ao Governo do Estado e ao Congresso e atua como elo estratégico entre municípios e poder central.
Jôve Oliveira – Prefeita de Piripiri. Liderança política da Região dos Cocais, comandando o quarto maior colégio eleitoral do estado. É referência feminina no Executivo na cidade que hoje funciona como um entreposto comercial e de serviços entre Teresina e o litoral.

PODER LEGISLATIVO
Severo Eulálio – Presidente da Assembleia Legislativa. Controla a pauta legislativa, o ritmo das votações e a mediação entre Executivo, deputados e interesses externos, sendo peça central da governabilidade. O pai é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) e tem potencial de poder futuro.
Georgiano Neto – Deputado estadual. Recordista de votos, com base eleitoral sólida e capacidade de pressão política, influência orçamentária e protagonismo nos bastidores, chamando a atenção de aliados e adversários com perspectivas de maximizar o poder de seu grupo político no PSD.
Fábio Novo – Deputado e presidente estadual do PT no Piauí. Responsável por articular consensos e conter crises, se consolidou como liderança oposicionista em Teresina, após o saldo da eleição de 2020, além de comandar os rumos do partido do poder estadual.
Enzo Samuel – Presidente da Câmara Municipal de Teresina. Comanda o principal parlamento municipal do estado, influenciando debates urbanos, orçamento da capital e relações com o Executivo.
Gracinha Mão Santa – Deputada estadual. Herda capital político simbólico e eleitoral expressivo, com influência regional e capacidade de mobilização popular na região do litoral piauiense.
Gustavo Neiva – Deputado estadual de oposição. Figura central no contraditório político, com poder de vocalizar críticas, tensionar o governo e pautar narrativas alternativas.

JUDICIÁRIO, MP E TCE
Erivan Lopes – Desembargador e corregedor do TJ-PI. É uma das figuras jurídicas mais influentes do estado, cuja voz é considerada na tomada de decisões de outras esferas. Exerce poder disciplinar e administrativo sobre o mundo jurídico, influenciando padrões de conduta, corregedoria e imagem institucional.
Aderson Nogueira – Presidente do TJ-PI, é a autoridade que dá a última palavra em conflitos que afetam desde o cidadão comum até as maiores corporações e entes públicos do Piauí. Responsável máximo pela gestão do Judiciário estadual, com poder institucional, simbólico e administrativo.
Cláudia Seabra – Procuradora-Geral de Justiça. Chefia o Ministério Público, com poder de iniciar investigações sensíveis, influenciar políticas criminais e pautar debates públicos de alta repercussão.
Valdemir Ferreira – Juiz da Central de Inquéritos. Figura estratégica no sistema penal, com influência direta sobre investigações, prisões e grandes operações.
Kennedy Barros – Presidente do TCE-PI, exerce uma das funções mais sensíveis do organograma do poder: a fiscalização externa da gestão pública. Ex-deputado experiente politicamente, suas decisões têm a capacidade de impactar governos, gestores e políticas públicas.
Carla Yáscar – Defensora Pública Geral. Comanda uma instituição estratégica na garantia de direitos, com crescente visibilidade social e política. Foi reeleita pelos pares e novamente escolhida pelo governador este ano.
Zé Wilson – Desembargador e cotado ao TRE-PI. Influente no Judiciário e no sistema eleitoral, especialmente relevante em anos de disputa política. Próximo do ministro Kassio Nunes Marques, pode presidir o Tribunal Regional Eleitoral durante o mesmo biênio em que o ministro comandará as eleições no TSE.
Raimundo Júnior – Presidente da OAB-PI. Representa institucionalmente a advocacia, com forte poder simbólico, político e capacidade de interlocução com os três Poderes.
Francisco Pierot Júnior: Procurador-Geral do Estado do Piauí (PGE-PI). Pierot é o braço jurídico estratégico de Rafael Fonteles. Viabiliza as metas do Executivo e faz a defesa de grandes ativos estaduais em tribunais superiores. É o “filtro de legalidade” do Governo.

CONEXÃO BRASÍLIA
Ciro Nogueira – Senador e presidente nacional do Progressistas, é um dos poucos piauienses com influência real sobre o xadrez do poder em Brasília. Ex-Ministro da Casa Civil, comanda uma das maiores forças partidárias do Congresso, o que lhe garante uma capacidade ímpar de direcionar recursos federais e arbitrar decisões de Estado, sendo ainda um dos estrategistas do bloco de direita nacional.
Wellington Dias – senador e Ministro do Desenvolvimento Social. Em Brasília, comanda o maior orçamento social da União (incluindo o Bolsa Família); no Piauí, atua como o mentor e fiador do projeto de Rafael Fonteles, mantendo uma liderança simbólica e estratégica respeitada na base governista.
Marcelo Castro – Senador. É o articulador técnico e político mais experiente do estado no Congresso Nacional, tendo sido relator do Orçamento da União. Possui o comando de um dos partidos mais capilares do estado, o MDB, fiador da governabilidade, garantindo que a legenda ocupe espaços estratégicos e mantenha sua força no interior.
Kassio Nunes Marques: Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), é a figura piauiense com maior poder institucional em 2025. Presidirá o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições presidenciais de 2026. Para o Piauí, sua presença no STF significa um canal de prestígio e interlocução institucional que projeta o estado no epicentro das decisões que moldam o futuro da República.
Marcus Vinícius Furtado Coelho – Ex-presidente nacional da OAB. Com formação e laços no Piauí, é uma influência duradoura no meio jurídico e político, com trânsito em tribunais superiores e causas de relevo nacional.
Carlos Brandão – Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), órgão que unifica a jurisprudência sobre a legislação federal do Brasil. Suas decisões têm impacto direto no setor produtivo e na administração pública. Nome de consenso e prestígio federal com trajetória consolidada.
Liana Chaib – Ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Com uma carreira forjada na magistratura do trabalho no Piauí, onde presidiu o TRT da 22ª Região, ela participa diretamente da pacificação de conflitos trabalhistas que afetam grandes cadeias produtivas e o setor público nacional.

ARQUITETOS DO PODER (Estratégia e Acesso)
Marcelo Nolleto: Secretário de Comunicação do Piauí. Da mais estrita confiança de Rafael Fonteles, ele transcende as atribuições administrativas da pasta e também atua como o principal articulador político do Palácio de Karnak.
Themístocles Filho – Vice-governador do Piauí. Articulador histórico, com trânsito consolidado entre Poderes e lideranças regionais, exercendo influência decisiva na estabilidade política e comando do MDB, partido de sustentação da governabilidade. Chefe de um clã político que tem um deputado federal (Marcos Aurélio Sampaio), um estadual (Felipe Sampaio) e uma prefeita (a esposa, Ivanária).
Siqueira Campos – Consultor político e estrategista da SA Propaganda. Atua nos bastidores da política estadual como formulador de estratégias eleitorais, narrativas e reposicionamento de lideranças, com influência indireta, porém decisiva, sobre campanhas e governos desde Wellington Dias a Rafael Fonteles.
Helder Eugênio – Diretor-geral do portal 180graus. Controla um dos principais fluxos de informação política do estado, com capacidade de amplificar pautas, construir reputações e tensionar atores públicos, além de ser ouvido nos bastidores, por políticos diversos, especialmente no Governo Fonteles, na criação de narrativas de comunicação.
Luciano Nunes – Secretário-Geral da Mesa Diretora da Alepi. Ex-deputado e operador institucional experiente, exerce influência discreta, mas efetiva, sobre o funcionamento do Legislativo, bastidores administrativos e articulações políticas transversais.
Alexandre Nolleto – Empresário e influenciador digital. Combina capital econômico, presença digital e acesso político, atuando como ponte, nos bastidores, entre elites empresariais, opinião pública e poder institucional.
Henrique Pires – Deputado estadual e advogado. Nome com forte inserção jurídica no estado e conexão com o MDB nacional, atua como elo entre políticas estaduais e estruturas jurídicas.
Freitas Neto – ex-governador do Piauí e empresário, exerce o papel de estadista sênior com trânsito livre entre gerações de políticos e empresários.
Joel Rodrigues – Presidente do Progressistas no Piauí. Comanda uma das principais máquinas partidárias do estado e aglutina a oposição com vistas ao Executivo estadual. Sua posição o coloca como principal motor da oposição e símbolo de atuação política fora do eixo governista.
Allisson Bacelar – Chefe da Comunicação do Ministério do Desenvolvimento Social. Influencia a narrativa institucional do governo federal em uma das áreas mais sensíveis (políticas sociais) da pasta do ministro Wellington Dias, de quem foi secretário estadual de Comunicação, além de manter forte conexão com o Piauí na área de comunicação.
Margarete Coelho – Diretora nacional do Sebrae e pré-candidata ao Governo pelo Progressistas. Une capital técnico, político e administrativo, além de trânsito nacional, capazes de situá-la como figura feminina que vocaliza a oposição do grupo do senador Ciro Nogueira.
Regina Sousa – Ex-governadora e ex-senadora. Figura histórica do PT no estado, com influência simbólica, partidária e institucional duradoura, é respeitada no partido que ajudou a fundar e onde sua palavra tem peso.
Jeová Alencar: Vice-prefeito de Teresina. Eficiente articulador político de bastidores da capital, com capilaridade junto a lideranças comunitárias e habilidade de manter pontes abertas entre grupos antagônicos.

EMPRESÁRIOS E ECONOMIA
Valdeci Cavalcante – presidente da Fecomércio. Representa o poder institucional empresarial, controlando o ecossistema S (SESC/SENAC) que impacta a educação, a cultura e o desenvolvimento social com políticas de formação profissional e bem-estar.
João Claudino Jr. – Presidente do Grupo Claudino. Comanda um dos maiores conglomerados econômicos do Nordeste, com impacto direto em empregos, mídia e política.
Cornélio & Ani Sanders – Grupo Progresso. Casal referência no agronegócio, influencia cadeias produtivas e políticas setoriais.
Janailton Fritzen – Empresário e produtor rural, presidente da Aprosoja Piauí. Um dos nomes de maior destaque na expansão agrícola do sudoeste piauiense, especialmente no polo de Bom Jesus. Atua como voz do setor produtivo, influenciando políticas de escoamento de safra e sustentabilidade agrícola
Danilo Damásio – Grupo R. Damásio. Empresário com forte presença no varejo e logística, influente na economia regional, além de atuação opinativa no ambiente digital
Fernandinho OIG – One Internet Group. Atua em setores sensíveis e emergentes, como entretenimento e apostas, com alto poder econômico e regulatório.
Família Castro – João Costa (Construtora Jurema), Humberto Castro (Construtora Ótima) e Tiago Castro (Hospital dos Olhos)
Um dos mais sólidos e diversificados clãs de poder econômico/político do Piauí. A força deles reside na transversalidade, dominando desde a infraestrutura pesada (estradas e obras públicas) até o mercado de luxo e a saúde de alta complexidade.
Guilherme Fortes – Diretor do Sindicato da Indústria da Construção Civil. Figura central na construção civil, setor estratégico para o crescimento urbano e econômico.
Roberto da Ceasa – Empresário no segmento do hortifrúti e outros. Influência logística e financeira no abastecimento regional diverso.
Araujinho – Empresário de Picos. Investidor regional com influência econômica e política no Estado. Foi ex-candidato a prefeito de Picos e é sogro do governador Rafael Fonteles.
Jorge Batista – Fundador do Grupo Jorge Batista. Referência no setor farmacêutico e de distribuição.
Jesus Tajra – Grupo Cidade Verde. Controla um dos maiores conglomerados de mídia do estado.
Paulo Guimarães – Grupo Meio Norte. Lidera um dos maiores sistemas de comunicação do Nordeste.
Reginaldo Carvalho – Grupo R. Carvalho. Influência econômica consolidada em múltiplos setores.
Daniela Cunha – Sócia da Servfaz. Referência feminina no empresariado piauiense, com atuação em serviços estratégicos.


IGREJAS E RELIGIÕES
Padre Tony Batista – Vigário Geral da Arquidiocese de Teresina. Exerce influência estratégica na coordenação pastoral e administrativa da Igreja Católica na capital, com forte poder simbólico, acesso às elites políticas e capacidade de mediação em temas sociais sensíveis.
Dom Juarez Marques – Arcebispo Metropolitano de Teresina. Principal autoridade católica do estado, com alto poder moral e institucional, influência sobre debates públicos, pautas sociais e capacidade de mobilização de fiéis em larga escala.
Padre Amadeu – Pároco da zona Leste de Teresina. Liderança religiosa com forte inserção comunitária em uma das regiões mais influentes da capital, exercendo impacto direto na formação de opinião local.
Besaleel Assunção – Líder da Assembleia de Deus no Piauí. Comanda uma das maiores forças religiosas do estado, com elevado poder de mobilização social, eleitoral e capilaridade territorial.
Luís Gonzaga – Líder da Igreja Batista Bereana. Influência crescente no campo evangélico urbano, com atuação em formação religiosa, comunicação e engajamento político indireto.
Everdam Martins – Fundador da Igreja Casa de Deus. Construiu liderança religiosa com forte apelo popular, capacidade de mobilização de fiéis e impacto social em comunidades urbanas.

COMUNICADORES
Amadeu Campos – Jornalista e apresentador da TV Meio Norte. Figura de alta visibilidade e credibilidade popular, com capacidade de pautar debates cotidianos e influenciar a opinião pública de massa.
Arimatea Carvalho – Jornalista político da TV Meio Norte. Um dos principais analistas da política piauiense, com influência direta sobre elites políticas e formadores de opinião.
Elivaldo Barbosa – Comentarista político do Grupo Cidade Verde. Reconhecido pela leitura crítica do cenário político, influencia o debate público e a percepção da população sobre governos e crises.
Ieldson Vasconcelos – Apresentador e empresário de comunicação fundador do Iel TV. Combina audiência popular com controle do próprio veículo de comunicação, ampliando seu poder de agenda.
Marcos Teixeira – Jornalista da TV Clube. Atuação constante em hard news e política, com credibilidade junto ao público e aos bastidores institucionais.
Pericles Mendel – Colunista social do Grupo Cidade Verde e rede social própria. Influência simbólica sobre reputações, prestígio social e circulação entre elites econômicas e políticas.
Silas Freire – Jornalista e apresentador com o portal Encarando e o canal Silas TV. Alcance popular elevado, agora em canal próprio, com histórico de influência na agenda pública e política.
Gil Sobreira – Jornalista investigativo do portal GP1. Atuação em denúncias e reportagens sensíveis, com poder de gerar repercussões políticas e institucionais.
Cintia Lages – Jornalista e apresentadora da TV Meio Norte. Alta visibilidade e credibilidade junto ao público especialmente no segmento político da esquerda, influenciando pautas sociais e comportamentais.
Petrus Evelyn – Vereador de Teresina e criador de conteúdo político digital. Influência no ambiente digital, especialmente entre na classe média, públicos jovens e politizados.
Tony Rodrigues – Analista político e pré-candidato a governador do PL. Transita entre mídia e política, combinando discurso ideológico, visibilidade e projeto eleitoral no segmento da direita.
Beto Rego – Apresentador popular da TV Antena 10. Líder de audiência, com forte capacidade de comunicação direta com as massas.
Erlan Bastos – Jornalista e apresentador. Catalisador de audiência e polêmicas na comunicação digital do Piauí, com estilo direto e confrontador. Funde entretenimento nacional, política local e viralização, gerando uma pressão social imediata sobre figuras públicas.

CULTURA, INTELECTUAIS E EDUCAÇÃO
Zé Quaresma – músico da banda Validuaté
Vocalista e principal rosto da banda Validuaté, pauta o sentimento de pertencimento do piauiense em uma estética moderna que funde elementos do folclore local e do cotidiano de Teresina com o pop e o rock alternativo. Possui um público fiel que atravessa gerações.
Rivanildo Feitosa – jornalista, escritor e roteirista
Atuação transversal entre jornalismo, cinema e cultura, influenciando a produção simbólica do estado.
Fonseca Neto – Historiador e presidente da Academia Piauiense de Letras
Referência intelectual na interpretação da história e identidade piauiense.
Nadir Nogueira – Reitora da UFPI
Comanda a maior instituição de ensino superior do estado, com impacto científico, social e político.
Cícero Filho – Cineasta
Responsável por obras de grande alcance popular, como o filme “Ai que Vida”, é referência no audiovisual piauiense.
Whindersson Nunes – Humorista e um dos maiores influenciadores digitais do Brasil
Poder de alcance massivo e influência cultural.
João Claudio Moreno – Intérprete da cultura piauiense
Figura central na valorização da identidade regional no humor e na cultura
Paulo Henrique Pinheiro – Reitor da UESPI
Influência direta na formação acadêmica e na política educacional estadual.
Paulo Borges da Cunha – Reitor do IFPI
Impacto estratégico na educação técnica e tecnológica.

CIÊNCIA E SAÚDE
Werton Costa –Climatologista e Diretor de Prevenção da Defesa Civil do Piauí. Em um estado onde os extremos climáticos impactam diretamente a economia e a segurança, orienta tanto o cidadão quanto o tomador de decisão no planejamento urbano e gestão de riscos.
Laércio Santos Cavalcante: Pesquisador, cientista e professor da Universidade Estadual do Piauí (Uespi)
Está entre os 2% dos pesquisadores mais citados do mundo (de acordo com a editora Elsevier em parceria com a Universidade de Stanford). Atua no campo da Nanotecnologia e Ciência dos Materiais, suas pesquisas em materiais avançados têm potencial de aplicação desde a medicina até a energia limpa.
Professor Xavier –Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), articula entre a Academia, o setor produtivo e o Estado, fazendo a gestão do fomento à inovação e sendo o responsável por direcionar recursos que transformam pesquisas científicas em soluções práticas para o Piauí, com potencial para a fixação de talentos no território piauiense.
Newton Nunes Filho – Presidente da Unimed Teresina, Newton comanda o epicentro da saúde suplementar no Piauí. Lidera uma cooperativa que reúne a elite médica do estado, gerindo os interesses dos profissionais de saúde, as demandas de milhares de beneficiários e a sustentabilidade do mercado privado.

INFLUENCERS E BELEZA
Andressa Leão –Representante de uma linhagem empresarial tradicional, Andressa consolidou-se como o principal expoente do mercado de luxo e do lifestyle aspiracional no Piauí, ditando padrões de estética e consumo para as elites locais.
Gabi Pinho – Influenciadora digital de lifestyle, com alcance e engajamento para mulheres, convertendo carisma em autoridade comercial. Mobiliza e fideliza um público feminino massivo, pautando escolhas que vão do consumo à estética.
Laís Ribeiro – Supermodelo internacional. Natural de Miguel Alves, Laís é a piauiense com maior visibilidade global na história da moda. Ex-Angel da Victoria’s Secret e rosto das marcas mais valiosas do luxo mundial, Laís é uma marca global. Associa a identidade piauiense a conceitos de sofisticação e sucesso.

ESPORTE
Robert Brown – Presidente da Federação Piauiense de Futebol, interlocutor com a CBF. Mesmo com mandato questionado juridicamente, era o intermediador de contratos de patrocínio estatais e privados que sustentam os clubes locais, além de lidar diretamente com políticos que veem nos estádios uma vitrine eleitoral.
Sarah Menezes: Campeã olímpica, é técnica da Seleção Brasileira de Judô e ex-secretária de Esportes de Teresina. Sarah é o maior símbolo vivo da “vitória piauiense” no mundo. Como treinadora que levou o Brasil ao ouro em Paris 2024, detendo uma autoridade que nenhum outro gestor esportivo no estado possui.
Édson Sá –Dirigente esportivo e fundador do CAP (Clube Atlético Piauiense). Capacidade de gestão e na articulação de um projeto novo, que une alta performance esportiva, visibilidade midiática e habilidade de atrair investimentos privados e públicos para o esporte.

SEGURANÇA
Matheus Zanatta – Superintendente de Operações Integradas da SSP-PI. Figura central na coordenação operacional das forças de segurança, atua na integração entre polícia civil, militar, inteligência e sistemas federais, influenciando diretamente o desenho e a execução das principais ações de enfrentamento ao crime no estado.
Charles Pessoa – Delegado e ex-coordenador da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado. Nome associado às principais operações contra o crime organizado no Piauí, com forte capital simbólico, histórico operacional relevante e influência no debate público sobre segurança e repressão qualificada.
Coronel Elizete – Coronel da Polícia Militar do Piauí. Referência institucional e simbólica, representa liderança feminina em uma área historicamente masculina, com influência na cultura organizacional, na gestão de pessoas e na imagem pública da corporação.
Scheiwann Lopes– Comandante-Geral da Polícia Militar do Piauí. Autoridade máxima da PM, controla efetivo de 10 mil homens, estratégia e presença territorial da maior força armada do estado, exercendo influência direta sobre a ordem pública, a segurança urbana e a relação entre governo e sociedade.

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Se conselho fosse bom
Comece o ano aceitando um fato: ninguém irá te salvar. Quando você aceita isso, para de culpar os outros e acaba a espera. Você precisa deixar de reagir à vida e começar a direcioná-la. Não anuncie seus passos, esqueça a transparência total. Deixar os outros saberem o que você vai fazer é um jogo negativo que só atrai inimigos. O que acontece se você contar a eles até onde quer chegar? Eles vão te odiar.
Não é difícil entender que se você quer estar onde os outros não estão, então deve viver de um jeito que ninguém mais vive, isso é autoexplicativo. O conselho mais importante para uma vida com sentido é ir contra a corrente. Faça o oposto. Ao fazer o que os outros do seu círculo não fazem porque estão comendo porcaria e rolando no Instagram o dia todo, o permitirá ver todas as infinitas possibilidades da vida. Nunca foi tão fácil se destacar. Não desperdice sua vida. Risco calculado + esforço = sempre será recompensado no final.
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A frase para pensar
“Há provavelmente 1 milhão de pessoas neste país que poderiam desempenhar melhor minhas funções, mas fui eu quem conseguiu o emprego”, Harry Truman (1884-1972), ex-presidente dos Estados Unidos, durante seu mandato.



