Quem é Jabuh? Histórias e curiosidades para além das artes; Alessya Xavier abre os bastidores da vida profissional e do casamento com Jadyel Alencar; a piauiense que palestrou em Harvard e mais

Você pode até não conhecer Rafael Albuquerque, mas certamente já ouviu falar do Jabuh, artista plástico piauiense, apontado como um dos nomes mais relevantes no mercado das artes do Meio Norte do Brasil. Nascido e criado na zona Norte de Teresina, nas proximidades do Rio Parnaíba, do bairro Acarape e região. Veio de lá uma das mentes mais criativas desta geração de piauienses. Antes de viver de arte, já fez de tudo um pouco e também já foi garçom e vendedor. 

Uma vez que se conhece a arte de Jabuh, nunca mais se desconhece. Com estilo próprio, criou uma marca inconfundível e ganhou a preferência especialmente do empresariado piauiense, que prestigia suas obras, decora casas, consultórios, escritórios, prédios e salas comerciais com seus quadros. Nas redes sociais, costuma publicar vídeos pintando durante a madrugada. Seu horário preferido de trabalho. 

Discreto, ele não costuma dar muitas entrevistas, prefere falar pela arte. Todo artista tem seu próprio universo e na própria vida, Jabuh alimenta uma aura de mistério. Em conversa com o Boletim Brio, Rafael Albuquerque deixou pistas do que faz o Jabuh, Jabuh. Aliás, de onde vem esse nome? A coluna começa desse ponto. 

Boletim Brio: Seu nome é Rafael Albuquerque, mas o mundo te conhece como Jabuh. De onde veio esse nome?

Jabuh: Foi um apelido no bairro durante os 2006, por aí, coisa de bar. 

Boletim Brio: Tinha alguém na sua família ou no seu círculo mais próximo que tinha alguma relação com arte, ou você chegou até ela por conta própria?

Jabuh: Meu contato com a arte foi espontâneo. Porém, filmes de monstros e um chocolate chamado Surpresa, que trazia cards de animais pré-históricos, marcaram profundamente meu imaginário.

O autorretrato de Jabuh

Boletim Brio: Em algum momento da sua vida você pensou em seguir outro caminho? Você só assumiu a arte como profissão em 2016. O que você fazia antes, e como foi o processo de começar a viver de pintura?

Jabuh: Fui de tudo um pouco antes de me tornar pintor. De garçom a vendedor de tecidos, até surgir em meu caminho uma “fada madrinha”, que me deu uma oportunidade na arte no ano de 2015, um período difícil para quem trabalhava no Centro.

Boletim Brio: Quem foram as primeiras pessoas que acreditaram no seu trabalho antes de todo mundo?

Jabuh: Tatiana Firmato Fortes foi a primeira pessoa a me dar uma oportunidade (empresária, proprietária do Olik Bistrô, localizado na zona Leste de Teresina). 

Boletim Brio:Suas obras têm uma identidade muito forte, a ponto de qualquer pessoa que já viu seu trabalho reconhecer na hora que entra num ambiente com suas telas. Seus personagens têm expressões muito marcantes. De onde vêm esses rostos? Você parte de referências reais, de memória, de imaginação?

Jabuh: Da imaginação e da curiosidade. Quando era pequeno, nas oportunidades em que vinha com minha família à Zona Leste, no começo dos anos 90, ficava olhando aqueles prédios enormes e imaginando quem morava lá, o que estavam fazendo e como eram aquelas pessoas. Depois, quando fui trabalhar no Centro, ficava observando as pastas de currículos e as fotos 3×4 das outras pessoas, imaginando o que faziam e como eram suas vidas. Além disso, sempre existiu o desejo de escrever e dar um rosto aos personagens das minhas histórias.

Boletim Brio: Como você enxerga o cenário das artes visuais no Piauí hoje? O que avançou e o que ainda precisa mudar?

Jabuh: O Piauí ficou muito tempo nos apêndices da ascensão financeira, diferente de outros estados do Brasil. Isso criou um cenário interessante para os jovens artistas, porque, em outros lugares, fica muito difícil disputar espaço com “monstros” de outras épocas. É claro que aqui também temos nossos imortais da arte, muitos com qualidade técnica similar ou até superior à de artistas de outros estados, porém em menor número. Por questões socioeconômicas da época, era uma profissão ainda mais difícil do que nos dias atuais, penso eu.

Boletim Brio:Fora do ateliê, hoje, quem é o Rafael Albuquerque?

Jabuh: Nada (hehe, risos). Fora do ateliê, a vida é normal, como a de todo mundo.

Boletim Brio: O que você consome fora das artes visuais, música, literatura, cinema, que alimenta a sua criação?

Jabuh: Ambos: música, cinema e literatura. Porém, meus horários não batem muito com o cinema, embora eu goste bastante. Na literatura, prefiro os clássicos, principalmente Victor Hugo, Umberto Eco, Dante Alighieri, John Milton, Oscar Wilde, William Shakespeare e os russos, é claro. Porém, meu autor e livro favoritos eu não revelo (hehe, risos).

Na música, escuto de tudo um pouco, mas as trilhas sonoras clássicas de cinema são minhas favoritas, além dos imortais da música, é claro. Para virar a noite trabalhando, nada como uma boa música para encurtar o tempo.

Piauiense em Harvard

A médica piauiense Anatália Labilloy palestrou essa semana no “HMSGTP Career Panel 2026”, painel de carreiras promovido pela prestigiada Harvard Medical School, ao lado de importantes nomes da genética e da medicina internacional.

Formada pela Universidade Federal do Piauí, a piauiense é doutora em Genética Humana pela Universidade de Pittsburgh (EUA) e trabalhou no Boston Children’s Hospital, um dos hospitais pediátricos mais renomados do mundo. É especialista em genética humana, doenças raras e medicina de precisão, atuando na liderança de estudos clínicos com foco em biomarcadores e no desenvolvimento de medicamentos guiados por precisão.

Perguntas para Alessya Xavier

A médica Alessya Xavier carrega no sobrenome uma herança que moldou sua trajetória desde cedo. Filha do falecido conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e deputado estadual por seis mandatos Xavier Neto, ela cresceu dentro da política piauiense. 

Formada em medicina pela Universidade Estadual do Piauí, com residência em cirurgia e pós-graduação em procedimentos estéticos minimamente invasivos e restauração capilar, construiu carreira bem sucedida na área da saúde sem abrir mão de participar da vida pública. 

Presidente estadual do Republicanos no Piauí, Alessya Xavier afirma que é uma liderança que tem identidade própria, com seus processos independentes de tomada de decisão. Mãe e casada com o deputado federal Jadyel Alencar, está grávida de uma menina. Ao Boletim Brio, falou sobre os desafios da exposição pública, as escolhas  profissionais e o casamento. 

Boletim Brio: A escolha pela medicina estética veio de qual interesse pessoal ou profissional? E o que mais lhe desperta interesse na área das cirurgias?

Alessya Xavier: Meu interesse pela medicina estética aconteceu quase por acaso. Desde muito cedo eu sabia que queria cirurgia. Durante a faculdade e a residência, toda a minha trajetória foi direcionada para a coloproctologia. Eu realmente acreditava que esse seria o meu caminho.

Mas, no final da residência em cirurgia geral, comecei a auxiliar alguns cirurgiões plásticos e percebi que existia ali uma área que me encantava profundamente. Os profissionais com quem trabalhei eram extremamente voltados para grandes cirurgias e, muitas vezes, os pequenos procedimentos acabavam ficando em segundo plano. Foi nesse contexto que tive um grande incentivador ao meu lado: o Dr. Evaldo Batista, um cirurgião plástico brilhante, por quem tenho enorme admiração e gratidão. Ele teve um papel muito importante na minha formação e na confiança para seguir esse caminho.

A partir daí, fui me encontrando dentro da estética médica, mas sem abrir mão da cirurgia, que sempre foi minha grande paixão. Hoje atuo muito com transplante capilar, blefaroplastia, microlift e procedimentos voltados ao rejuvenescimento e à autoestima. Permaneci na cirurgia aliada a pequenos procedimentos não invasivos que unem técnica, delicadeza e transformação.

E eu realmente amo o que faço. Hoje não consigo me imaginar em outra profissão. Acho que algumas coisas na vida simplesmente acontecem como precisam acontecer. Existe um propósito, um tempo certo… e acredito muito que Deus conduz os caminhos da gente.

Boletim Brio: Em ambientes políticos, muita gente fala e pouca gente escuta. No caso do casal e do deputado federal Jadyel Alencar, passa a sensação de uma construção partilhada. Como funcionam os processos de tomada de decisão e como essa parceria profissional foi sendo construída ao longo do tempo?

Alessya Xavier: Eu já fico feliz com a própria introdução da pergunta, porque ela traduz exatamente aquilo que a gente procura viver e transmitir: uma construção verdadeiramente compartilhada.

Na eleição de 2022 existia, inicialmente, um projeto para que eu fosse candidata a deputada federal. Na época eu presidia o PL Mulher no Piauí e toda a estrutura estava sendo construída nesse sentido. Mas, ao longo do processo, aconteceram algumas mudanças políticas e pessoais. Eu engravidei do nosso filho, Jadyel, que hoje tem quatro anos, e naquele momento nós entendemos, juntos, que fazia mais sentido recuar da minha candidatura e apoiar o projeto dele.

Foi uma decisão tomada com muita maturidade, parceria e visão de grupo. E talvez justamente por isso a nossa relação profissional tenha se fortalecido tanto desde então. Hoje existe, de fato, uma gestão compartilhada. Quem convive conosco de perto sabe que dentro do mandato cada um tem suas atribuições, suas habilidades e sua área de atuação, mas praticamente todas as decisões importantes passam pelo diálogo entre nós dois.

Quando assumi a presidência do Republicanos no Piauí, muitas pessoas que ainda não me conheciam enxergavam aquilo apenas como uma indicação política ou imaginavam que eu estaria ali somente para representar o Jadyel. Com o tempo, as pessoas foram percebendo que eu tenho meu espaço, minha atuação, minhas posições e minha forma própria de conduzir as coisas. E isso também só foi possível porque existe muito respeito entre nós. O Jadyel sempre fez questão de reconhecer minha autonomia, minha capacidade de liderança e de me permitir ocupar esses espaços de forma legítima.

E eu considero isso muito raro na política, porque normalmente as pessoas querem apenas falar e impor. Nós aprendemos a ouvir um ao outro. Existe respeito, confiança e uma troca muito genuína. Acho muito bonito perceber que somos diferentes em muitos aspectos, mas extremamente complementares. Existe uma química profissional muito forte. Cada um contribui da sua maneira e, juntos, conseguimos formar uma dupla muito eficiente.

Boletim Brio: Em uma rotina tão intensa de agendas, decisões e exposição, qual cuidado é essencial para proteger o casamento da lógica da política?

Alessya Xavier: Eu acho que o fato de ter nascido dentro da política me ajuda muito a compreender a dinâmica desse meio. Eu cresci vendo de perto a intensidade da vida pública, as agendas imprevisíveis, as ausências, a pressão e tudo aquilo que a política exige emocionalmente das pessoas. Então talvez eu tenha aprendido desde cedo que, para um relacionamento sobreviver nesse ambiente, ele precisa ter bases muito sólidas.

Alessya Xavier e o pai, o ex-deputado Xavier Neto

A política é um meio difícil. Existe muita exposição, muitas demandas, muitas viagens, muitas pessoas opinando o tempo inteiro sobre a sua vida, muitas facilidades por vezes tentadoras em especial para o público masculino, entendedores entenderão. Quando os dois vivem esse universo, os desafios naturalmente se multiplicam. Por isso, acredito que o pilar fundamental de qualquer casamento dentro da política seja a confiança.

Existem limites que não podem ser ultrapassados e acordos que precisam ser inegociáveis para que o casal consiga permanecer unido ao longo da caminhada. Respeito, lealdade, diálogo e maturidade são indispensáveis. Sem isso, a rotina acaba consumindo a relação.

Mas acima de tudo, eu acredito muito que o nosso relacionamento é sustentado por um propósito maior. Nós entendemos a família como um projeto de Deus. E existe uma passagem bíblica que resume muito isso para mim: ‘Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.’ Então, mais do que controlar tudo, existe também a necessidade de confiar, ter fé e acreditar que aquilo que está sendo construído tem a bênção de Deus. No fim das contas, é isso que nos mantém firmes: confiança, respeito e a consciência de que, antes da política, existe a família.

Boletim Brio: Gravidez costuma ser romantizada, mas ela também atravessa medo, exaustão e transformação. O que essa nova gestação tem lhe ensinado sobre os seus próprios limites?

Alessya Xavier: Eu, particularmente, nunca romantizei a gravidez. Sempre digo para as pessoas mais próximas que amo profundamente os meus filhos, mas que a gravidez — e também o puerpério — são períodos muito intensos para a mulher. Existe uma transformação física, emocional e hormonal muito grande. É um momento de muitas mudanças, vulnerabilidades e desafios.

E essa gestação da Esther, especificamente, veio me ensinar muito sobre limites. Ou talvez sobre a capacidade que a maternidade tem de nos fazer ultrapassar limites que a gente imaginava não conseguir suportar. Foi uma gravidez extremamente desafiadora, vivida em um momento em que minha vida já estava muito cheia de responsabilidades, agendas e atribuições pessoais e profissionais.

Mas, ao mesmo tempo, ela também me mostrou algo muito bonito: a força da mulher. A capacidade que nós temos de continuar, de reorganizar a vida, de encontrar equilíbrio mesmo em meio ao caos e de entender aquilo que realmente é prioridade.

E quando eu falo sobre maternidade como prioridade, não estou dizendo que toda mulher precise viver isso da mesma forma ou que exista apenas um caminho possível para a realização feminina. Cada mulher tem sua história, suas escolhas e seus sonhos. Mas, para mim, pessoalmente, os meus filhos sempre acabam ocupando o centro das minhas decisões e do meu coração.

A chegada da Ester me fez olhar com mais carinho para mim mesma, respeitar mais os meus limites e compreender que força não significa dar conta de tudo o tempo inteiro. Às vezes, força também é reconhecer fragilidades, desacelerar quando necessário e entender que existem fases da vida que nos transformam completamente.

E a maternidade, sem dúvida, é uma delas. Essa pauta merece uma página inteira já vamos marcar!

Boletim Brio: Existe um olhar diferente para a participação feminina dentro do Republicanos Piauí? O que ainda precisa mudar para que mulheres ocupem espaços de decisão de forma mais real e menos simbólica?

Alessya Xavier: Acho que o próprio fato de o Republicanos ter hoje uma mulher na presidência estadual do partido no Piauí já demonstra um olhar diferenciado para a participação feminina na política. E isso não acontece apenas no nosso estado. O Republicanos, em nível nacional, sempre valorizou muito a presença da mulher e tem no Mulheres Republicanas um dos seus movimentos mais fortes.

Mas, apesar dos avanços, ainda existe um caminho muito longo pela frente. A participação feminina na política ainda enfrenta muitos preconceitos e barreiras culturais. Hoje, por exemplo, eu sou a única mulher presidente de partido no Piauí entre as siglas que possuem representação na Assembleia e na Câmara Federal. Isso mostra como ainda somos poucas nos espaços de decisão. 

E acredito que a principal mudança que ainda precisa acontecer é cultural. A mulher precisa se enxergar como parte necessária do processo político. Muitas vezes ela não participa porque já carrega inúmeras responsabilidades pessoais, familiares e profissionais. Por isso, o apoio entre as próprias mulheres é fundamental.

Nem toda mulher deseja estar na política, e tudo bem. Mas aquelas que não querem participar diretamente podem — e devem — apoiar as que querem ocupar esses espaços com seriedade, preparo e propósito. Quando uma mulher abre caminho, ela acaba fortalecendo muitas outras também. Eu acredito muito nessa construção coletiva e gradual. E vejo com esperança o crescimento de lideranças femininas fortes, preparadas e com voz própria dentro da política.

Boletim Brio: Qual projeto pessoal ou profissional ainda deseja construir ?

Alessya Xavier: Projeto pessoal eu sinceramente acho que já fui muito abençoada por Deus. Tenho uma família que amo, filhos que são a razão da minha vida e uma trajetória construída com muito propósito. Então hoje eu peço saúde e sabedoria para cuidar bem daquilo que já recebi.

No campo profissional, existem dois projetos que caminham lado a lado dentro da minha vida. O primeiro é a minha clínica, que está em constante crescimento e transformação. E acredito que ela nunca estará completamente pronta, porque a medicina exige evolução permanente. Estou sempre buscando atualização, novas tecnologias, novas técnicas e formas de oferecer um atendimento cada vez mais humano, cuidadoso e moderno às minhas pacientes.

O segundo projeto é o político. E, sem dúvidas, ele passa pelo Republicanos. O partido já é hoje uma grande força no cenário nacional, e eu vejo como uma missão pessoal contribuir para que ele também se consolide cada vez mais no Piauí. Tenho muito orgulho do caminho que já construímos até aqui, especialmente porque muita gente desacreditou da nossa capacidade de organização e crescimento.

No fim, medicina e política parecem áreas muito diferentes, mas, para mim, as duas nascem do mesmo propósito: cuidar de pessoas. Costumo dizer que sou médica por vocação e política de coração. 

Boletim Brio: Para finalizar com curiosidades rápidas: qual livro marcou a vida, qual música preferida e uma frase que resume o momento vivido hoje?

Alessya Xavier: Difícil escolher mas acho que depois da Bíblia Sagrada, que acredito ser um livro que devemos sempre revisitar ao longo da vida, um dos livros que mais me marcou foi Crime e Castigo, porque ele faz uma reflexão muito profunda sobre consciência, culpa, moralidade e redenção. Acho interessante como a obra mostra que o ser humano não consegue fugir das consequências espirituais e emocionais das próprias escolhas.

Música, eu gosto muito de My Way, porque ela fala sobre viver a vida com autenticidade, assumir as próprias decisões e seguir o próprio caminho sem perder a essência. 

E uma frase que resume muito o momento que vivo hoje está em Bíblia Sagrada, em 1 Coríntios 2:9: ‘Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.’ Acho que essa passagem traduz muito da minha vida, porque muitas das coisas que vivi e construí eu jamais teria conseguido imaginar sozinha.

Novo doutor em Direito 

O advogado Álvaro Fernando Mota, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Piauí e procurador do Estado, Álvaro tornou-se doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma das instituições mais respeitadas do país na área jurídica.

Segundo o advogado, o objetivo da tese é retirar preconceitos e ideologias da interpretação da norma e ressaltar a aplicação do princípio da eficiência, que está cravado na Constituição da República.

“Fiz a tese de doutorado em licitações e contratações públicas, comparando a Lei de Licitações com a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB), no sentido de dar uma interpretação mais moderna e alinhada à Constituição da República. Ou seja, extrair o verdadeiro sentido constitucional na aplicação das normas da Lei 14.133, que é a nova Lei de Licitações, com base no artigo 37, inciso XXI, do texto constitucional”, declarou Álvaro Mota ao Boletim Brio.

Reconhecimento 

A assistente social do Instituto Federal do Piauí (IFPI), Samara Pereira, suplente de vereadora, foi uma das homenageadas pela Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) em sessão especial alusiva ao Dia do Assistente Social. Samara destacou a emoção em receber a honraria e reforçou o compromisso com a defesa dos direitos sociais, da dignidade humana e da transformação social. “Recebo essa homenagem com muita gratidão e senso de responsabilidade. Ser assistente social é estar diariamente ao lado das pessoas, ouvindo, acolhendo e lutando para que direitos sejam garantidos. Divido esse reconhecimento com cada profissional que faz do cuidado e da defesa de direitos um compromisso de vida”, afirmou Samara Pereira.

Manual da Moda

Para a comemoração do aniversário de 15 anos da filha Luci, em festa prestigiada no último final de semana, Waleska Macedo escolheu um vestido assinado pelo renomado estilista brasileiro de moda feminina de luxo, Vitor Zerbinato. O styling se destaca pela sofisticação e imponência. As joias são Risângela Lima Gioielli. 

A elegância da influenciadora e estudante de Medicina, Luisla Berger, em viagem à cidade de Porto, em Portugal. O vestido preto é da marca brasileira KYCo, assimétrico, com caimento fluido e movimento leve, conversa com uma estética minimalista sofisticada. Os acessórios são da loja Shop HI-LO e a bolsa da grife espanhola, Balenciaga.

A nutricionista Laiza Monteiro escolheu um blazer de tweed que remete à estética clássica europeia, associada à elegância atemporal e autoridade feminina, para dia de trabalho com suas pacientes. A base preta mantém a composição moderna e versátil. É o tipo de produção que passa credibilidade sem perder feminilidade. As peças são da loja piauiense Landim Brand, localizada na zona Leste de Teresina.

Shelda Magalhães

É coordenadora-geral da Agência Brio Comunicação. Foi coordenadora de Comunicação da OAB-PI (2022-2024). Foi âncora da TV Antena 10/ Record TV e da TV Band Piauí. Foi repórter da TV Antena 10. Atuou como repórter do Portal OitoMeia. É jornalista pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI). É certificada em Marketing Digital, Branding Pessoal e de Marca.
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1 comentário

  • Maria da Conceicao xavier

    Achei muito interessante as reportagens e o dinamismo das perguntas de forma concisa e inteligente

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