O sucesso do Maestria II de Carol Rosado; o fotojornalista André Pessoa reflete 30 anos de carreira: “diferencial foi ter vindo para o PI”; a “febre” dos dailies no Instagram e mais

A Casa Rosado, referência piauiense em artigos e decoração de luxo, promoveu na última segunda-feira (26/05) a segunda edição do Maestria, evento aguardado no mercado criativo de Teresina. Idealizado pela empresária Carol Rosado, o Maestria reuniu decoradores, arquitetos e profissionais do setor de eventos num espaço de reconhecimento, troca e celebração de parcerias que movem o segmento. A noite foi marcada por uma premiação que contemplou sete profissionais, com o primeiro colocado levando para casa R$ 40 mil.

A empresária Carol Rosado / Foto: João Victor Santos/ Boletim Brio

O Maestria é também um gesto gentil e estratégico, um reforço de confiança entre marca e mercado, uma declaração de que parcerias se cultivam, se celebram e se renovam. A roda da economia criativa gira porque há quem entenda que o sucesso de um fortalece o sucesso de todos. É exatamente esse entendimento que coloca a Casa Rosado em posição de destaque ao longo de seus nove anos de história no mercado piauiense. Profissionais que sobrevivem e prosperam no mercado de luxo são aqueles que treinaram o olhar para o invisível, que entendem que o atendimento começa antes da chegada e termina muito depois da entrega, e que sabem que, no luxo, a confiança se conquista com consistência, refinamento e presença em cada ponto de contato.

Carol Rosado, Andrea Guimarães e participantes do Maestria II

O talk show com Andrea Guimarães, uma das decoradoras mais renomadas do Brasil, querida pelos famosos, trouxe conhecimento e repertório para os presentes. A seguir, a entrevista com a empresária Carol Rosado e o seu mindset empreendedor. 

Boletim Brio: O Maestria está na sua segunda edição. Como surgiu essa ideia? Como surgiu essa missão?

Carol Rosado: Essa ideia já é um pouquinho antiga, mas eu só não sabia como ia colocar em prática. No ano passado, como um projeto piloto, para fazer um teste, a gente fez e foi bastante transformador. Tivemos bons resultados. E este ano, em 2026, a gente está consolidando o que foi feito no ano passado e mostrando para os nossos parceiros, nossos decoradores, para que serve o Maestria. O sentido dele é esse: reconhecer, validar e fazer com que os nossos decoradores sejam homenageados pelo ano em que nos prestigiaram com projetos, seguindo os critérios que colocamos em pauta para avaliação e participação no evento com a gente.

Boletim Brio: Como você vê a importância desse setor, que movimenta a cadeia produtiva, artística, de curadoria e envolve  também sensibilidade?

Carol Rosado: Olha, o decorador é um profissional extremamente importante para movimentar o mercado. Uma festa, quando eles produzem, direta e indiretamente, deve envolver, no mínimo, mais de cinquenta fornecedores. E isso gera movimento no mercado. Cada vez mais eles agregam valor, com festas muito mais trabalhadas, mais especificadas do jeito que o cliente quer, superdetalhadas. Isso ajuda muitos parceiros, como a área de filmagem, fotografia, banda, bar, pessoal que trabalha com estofado. Nossa, é uma amplitude muito grande de fornecedores que o decorador aciona para conseguir realizar o trabalho dele.

Boletim Brio: E essa sua paixão por esse mercado, por esse negócio e também por liderar, vem de onde?

Carol Rosado: Eu sempre gostei de fazer festa, sempre gostei de festejar. Sempre gostei de organizar as festas da minha casa, gostava muito de coisas de casa e também de receber pessoas. Gosto até hoje. E essa “brincadeirinha” acabou virando negócio. Assim nasceu a Casa Rosado. Passei um ano fazendo todo o projeto, realizando compras, fazendo a curadoria do que eu precisava. Depois inauguramos. Estamos há nove anos no mercado e, no próximo ano, faremos dez anos de empresa, graças a Deus. E está fluindo, está dando certo. Temos nosso reconhecimento direcionado a festas, desde as mais simples às sofisticadas, do evento infantil ao adulto, abrangendo também grandes eventos corporativos. Estamos preparados para atender qualquer nível de evento que chegue até nós, seja pelo decorador, produtor de evento, cenógrafo ou até mesmo o cliente final. A gente soluciona, a gente realiza sonhos.

Boletim Brio: Qual dica ou conselho você pode dar para outros empresários que queiram investir nesse setor, ou até mesmo para os decoradores com quem você trabalha, em termos de resiliência e mentalidade para se manter relevante no mercado?

Carol Rosado: Você precisa ter equilíbrio emocional antes de tudo, senão não consegue ocupar esse cargo tão solitário que é empreender. Você precisa ter cautela e estar sempre pensando no antes, no durante e no depois, ter essa visão holística do todo. E não desistir no primeiro desafio que aparecer, porque eles sempre vão existir. Os desafios vêm para nos fortalecer, para fazer a gente acreditar e não desistir, principalmente quando você tem habilidade e dom para isso. Também é importante colocar em prática, tecnicamente, o que é necessário para a funcionalidade da empresa, porque toda empresa vai precisar disso. Mas, direcionando para o meu ramo, que é festa e decoração, eu gosto de aconselhar que as pessoas insistam e invistam, porque trabalhamos em um mercado de luxo altíssimo. A gente vende o invisível para viver oito horas, e o cliente acredita naquilo. Aquilo fica na memória, vira sonho. Então, a oportunidade está ali e você precisa saber entregar aquele momento único, espetacular. Mesmo que aconteçam imprevistos, isso não pode ser motivo para desistir, porque, no final, toda festa dá certo.

As estratégias de marketing de Andrea Guimarães 

A decoradora Andréa Guimarães deu uma verdadeira aula sobre posicionamento, imagem e o fino funcionamento da alta sociedade festiva brasileira. Responsável por eventos como o aniversário de quatro anos de Sasha, filha de Xuxa, e o casamento de Roberto Justus, foi ao falar sobre influência digital que arrancou risos, e algumas reflexões estratégicas da plateia. Sem rodeios, revelou que uma das figuras que mais convertem em vendas no seu segmento é Ana Paula Justus. “Quando ela posta uma festa minha, é coisa de fechar com oito milionários”, disse. 

Com a elegância de quem conhece profundamente o mercado que atende, Andréa ainda desmistificou a lógica das permutas e parcerias. Segundo ela, nem toda visibilidade interessa. Jogadores de futebol, por exemplo, raramente entram no radar comercial da decoradora. O motivo? O público não dialoga com o perfil de cliente que efetivamente consome o seu serviço.

E, em um dos momentos mais sinceros da conversa, deixou claro que associação de imagem é patrimônio de marca. Há clientes que pedem insistentemente publicações de suas festas no feed da decoradora, mas Andréa é categórica: não posta eventos que considera desalinhados ao seu branding. Em outras palavras, “brega”. 

Confira as imagens do evento

Perguntas para André Pessoa: “O Piauí me trouxe tudo o que eu posso chamar de sucesso”

Há mais de três décadas, um fotógrafo pernambucano desembarcava no Piauí sem imaginar que encontraria ali o destino de uma vida inteira. Num cenário de serras, inscrições milenares, paredões de pedra e o silêncio imponente do semiárido, André Pessoa construiu uma das trajetórias mais importantes do fotojornalismo ambiental brasileiro. Nesta semana, ele está em Teresina participando do Therecine, Mostra de Cinema, dirigida pelo jornalista Rivanildo Feitosa, onde apresentou o seu mais novo filme, “Rupestres”, obra que mergulha no olhar dos mateiros e moradores do sertão sobre as pinturas rupestres da Serra da Capivara.

Ele transformou o semiárido em linguagem estética, documental e política. Suas fotografias foram fundamentais para a criação do Parque Nacional da Serra das Confusões, em 1998, além de contribuírem para a consolidação da Serra da Capivara como patrimônio reconhecido mundialmente. Suas lentes ajudaram a recontar a identidade do próprio estado.

Autor de livros como “Serra da Capivara” e “Piauí Terra Querida, Filha do Sol do Equador”, seu olhar já estampou publicações como National Geographic, Discovery, Superinteressante e Terra, consolidando seu nome entre os relevantes fotógrafos documentais do país,  com a sensibilidade de quem aprendeu a enxergar beleza onde muita gente via apenas seca e esquecimento. 

Boletim Brio: O que forma o olhar de um bom fotojornalista?

André Pessoa: Acho que é tirar a poeira dos olhos e observar aquilo que as outras pessoas veem todos os dias sem prestar atenção.

Por exemplo, eu estou aqui agora no Encontro dos Rios, entre o Poti e o Parnaíba. É um lugar lindíssimo. Mas o próprio morador de Teresina, por estar acostumado, às vezes deixa de enxergar essa beleza. Então é isso: aprender a enxergar o belo onde aparentemente ninguém mais vê.

Boletim Brio: O que o livro sobre a Serra da Capivara não abarcou o que o filme trouxe e vice-versa?

André Pessoa: O livro é o resultado de trinta anos de trabalho aqui no Piauí. Fiz vários livros sobre o estado, mas nunca tinha produzido uma obra específica sobre a Serra da Capivara porque queria fazer isso com a Niède ainda viva.

Acredito que as pessoas devem ser homenageadas em vida. Quando Niède Guidon completou noventa anos, começou a ter mobilidade reduzida e eu acelerei a produção do livro para conseguir lançá-lo ao lado dela. Infelizmente, ela partiu no dia 4 de junho de 2025 e precisei concluir tudo rapidamente, transformando o lançamento em uma homenagem póstuma. O livro é, acima de tudo, uma homenagem.

Já o filme é mais focado na interpretação das pinturas rupestres pelo homem do campo, pelo mateiro. Durante trinta anos, acompanhei cientistas, jornalistas e pesquisadores do mundo inteiro. No documentário, fazemos o movimento contrário: colocamos o morador do sertão como intérprete dessas pinturas.

O Adão fala do pai, o Justino relembra a mãe caminhando pela serra e mostrando as pinturas, o Juvenal fala do pai dele. Eles interpretam essas imagens a partir do próprio universo cultural e das experiências de vida que carregam. É uma leitura muito interessante porque foge das amarras da ciência e se aproxima do cotidiano, da realidade dessas pessoas. Um trabalho complementa o outro. O livro complementa o filme e o filme complementa o livro. Por isso estamos fazendo sempre os lançamentos em conjunto.

Boletim Brio: O senhor chegou à Serra da Capivara em 1993, correto? Ainda mora por lá? Como é a sua rotina atualmente?

André Pessoa: Tenho uma casa em São Raimundo Nonato. Minha principal residência fica dentro da área do Parque Nacional, em uma região bastante selvagem, a cerca de 17 quilômetros da cidade, já no limite do parque. Mas, para sobreviver como jornalista freelancer, preciso viajar muito. Passo boa parte do ano em São Paulo e venho ao Piauí sempre que possível. Trago minhas filhas para passar as férias e também para desenvolver trabalhos por aqui.

Boletim Brio: Suas fotografias circularam pelo mundo inteiro. Na sua opinião, por que o Brasil ainda trata a Serra da Capivara como um patrimônio de segunda categoria?

André Pessoa: Porque o turismo brasileiro ainda é muito voltado ao litoral. As pessoas querem praia, banho de mar, cerveja, entretenimento ligado a esse imaginário. E, quando se fala em Piauí, muita gente ainda associa o estado à pobreza, à seca e à miséria.

Só que a Serra da Capivara é patrimônio cultural da humanidade, assim como Olinda, Salvador e São Luís. Existe uma riqueza imensa ali, mostrando ao Brasil e ao mundo que o semiárido não é apenas sofrimento. O semiárido também é cultura, patrimônio ambiental e descoberta científica.

Estou aqui há trinta e três anos. Se tivesse permanecido em São Paulo, Recife ou outra grande cidade, provavelmente estaria fazendo cobertura diária de política, violência e economia. Foi o Piauí que me projetou. Quando dizem que minhas fotografias foram publicadas no mundo inteiro, isso aconteceu graças às belezas do Piauí: Delta do Parnaíba, Serra da Capivara, Serra das Confusões. Eu fui apenas um mensageiro dessa beleza.

Boletim Brio: E por que seguir apostando no Piauí? Foram trinta anos. Por que não ir embora?

André Pessoa: Porque o Piauí me trouxe tudo o que eu posso chamar de sucesso hoje. O estado me projetou mundialmente em função das suas belezas, dos seus parques nacionais, da sua cultura, da sua gastronomia. O meu diferencial foi ter vindo para o Piauí. Quando muita gente enxergava o estado como o patinho feio da natureza brasileira, eu decidi olhar para ele como um lugar que precisava ser redescoberto, valorizado e divulgado. E foi um sucesso total. Eu não quero sair do Piauí nunca mais.

Boletim Brio: Nesses trinta anos, qual foi a imagem que sente que faltou fazer?

André Pessoa: Acho que a Niède com o livro da vida dela. Infelizmente, eu não consegui fazer essa fotografia.

Boletim Brio: Entre o Piauí que fotografou nos anos 1990 e o Piauí de hoje, o que mudou no olhar das pessoas sobre o próprio estado?

André Pessoa: O piauiense passou a se valorizar mais, e isso é muito importante. A autoestima mudou. Quando ele vê os parques nacionais no Globo Repórter, no Jornal Nacional, em grandes veículos, começa a entender que a terra dele é especial e que não precisa sair daqui para encontrar beleza e oportunidade. Basta aprender a viver e valorizar esse lugar maravilhoso.

Boletim Brio: Qual é o impacto da morte de Niède Guidon para a Serra da Capivara, para o Piauí e para o mundo?

André Pessoa: É um impacto muito grande. Primeiro porque Niède não deixa sucessores com a mesma força política, a mesma determinação e a mesma personalidade. Ela formou muitos pesquisadores, mas era uma figura única.

O Piauí viveu um momento histórico que pode ser dividido entre antes e depois de Niède Guidon. O que esperamos agora é que as novas gerações se inspirem no legado dela. Ela saiu do interior de São Paulo, mudou completamente de vida e veio mostrar ao Brasil e ao mundo que o Piauí é bonito, importante e precisa ser valorizado.

Boletim Brio: Deixe uma indicação de livro, filme ou série que tenha lhe marcado e que recomenda aos nossos leitores.

André Pessoa: Tem um livro que considero maravilhoso, chamado “Extremos da Mata Atlântica”, do Sérgio Adeodato. Essa obra mostra exatamente isso que tento fazer aqui no Piauí: incentivar as pessoas a enxergarem o Brasil de outra forma, com outro olhar. Filme: “A natureza selvagem”.

Boletim Brio: E quais são os próximos projetos que envolvem o Piauí e o fotojornalismo que pode compartilhar?

André Pessoa: Temos um livro sobre o Parque Nacional da Serra das Confusões, que será lançado em setembro deste ano. Ele já está em fase final e entra na gráfica em agosto. Também vou sair de Teresina direto para Parnaíba e Barra Grande, onde iniciarei um novo projeto sobre o litoral do Piauí.

Febre de “diários secretos” no Instagram: por que internautas têm criado tantos dailies

Em tempos de redes sociais cada vez mais performáticas, um movimento tem ganhado força no Instagram: os chamados “dailies”, perfis privados ou restritos criados para compartilhar versões mais espontâneas da rotina, longe da estética rígida e das cobranças do Instagram tradicional. O fenômeno, que cresce especialmente entre os mais jovens, reflete uma tentativa de encontrar ambientes digitais mais íntimos, leves e menos atravessados pela lógica da perfeição constante.

Para a especialista em Comunicação, Luanna Melo, esse comportamento reproduz exatamente o que já acontece na vida presencial. “As redes sociais públicas trazem uma preocupação maior com a estética e com a imagem. Antes de compartilhar algo, eu penso no que o outro vai achar. Então existe um cuidado maior com aquilo que será publicado, geralmente com um objetivo específico. Além disso, as redes sociais passaram a ser utilizadas fortemente para o trabalho”, analisa. Segundo ela, em ambientes mais públicos, as pessoas tendem a controlar mais o comportamento, a vulnerabilidade e até os recortes da própria personalidade.

“A espontaneidade pode se tornar performance social” 

Luanna explica que os perfis privados surgem justamente como espaços de relaxamento emocional e autenticidade. “Num primeiro olhar, como especialista em comunicação e relacionamento, eu não vejo problema nisso, desde que a intenção de quem busca esse ambiente privado seja realmente fortalecer vínculos mais íntimos. Se eu utilizo esse perfil privado para me conectar de maneira mais leve, espontânea e autêntica com pessoas próximas, eu não vejo problema nisso. Inclusive, nós não somos obrigados a compartilhar tudo sobre a nossa vida nas redes sociais públicas”, afirma.

A conta principal e o daily de Manuela Cit, uma das maiores influenciadoras fitness do Brasil

Ainda assim, a especialista faz um alerta: até mesmo a espontaneidade pode virar uma nova performance social. “O risco começa quando eu passo a compartilhar algo que não faz parte da minha verdade apenas para pertencer”, pontua. Para ela, o desafio contemporâneo talvez esteja justamente em encontrar equilíbrio entre exposição, autenticidade e pertencimento. 

O boom do wellness avança para o interior do Piauí

A empresária Deborah Tajra segue apostando no mercado de wellness e lifestyle no Piauí, desta vez com a inauguração de mais uma unidade da Live!, franquia de moda fitness, em Picos, no Sul do estado. Deborah, que já possui operação da marca em Parnaíba e Teresina, também esteve recentemente à frente da abertura dos estúdios Tônus Gym, Race Bootcamp e Vidya, focados em experiências premium de fitness e bem-estar, em Teresina. 

Uma expansão que possui raízes estruturais, dentre elas: a ascensão de uma classe média interiorana mais informada e adepta à atividades físicas, o papel das redes sociais na disseminação de culturas de performance e autocuidado, e a maturidade de empreendedoras que identificaram a janela antes de ela se abrir por completo.

Os ecos da infância em “Diários de Cajazeiras”

O escritor, magistrado do TRT da 22ª Região, professor universitário e membro da Academia Piauiense de Letras Jurídicas (APLJ), João Luiz Rocha Nascimento, lança nesta sexta-feira, 29 de maio, a partir das 19h, na Livraria Entre Livros, sua mais nova obra: “Diários de Cajazeiras”. O livro marca a estreia do autor no universo das crônicas e reúne vinte e quatro episódios atravessados pela memória, pela afetividade e pelo olhar delicado sobre o cotidiano do interior.

“A crônica é uma peça literária leve, despretensiosa. Por conta da naturalidade com que se aclimatou aqui e da originalidade com que se desenvolveu, já se disse que é um gênero genuinamente brasileiro. ‘Diários de Cajazeiras’, meu primeiro livro de crônicas, é a minha contribuição para este gênero ludicamente brasileiro”, afirma João Luiz. 

Manual da Moda

A feminilidade sofisticada da médica dermatologista Beatriz Maia. A proposta transmite a imagem de mulher segura, elegante e muito alinhada à estética de “luxo silencioso” com um toque fashionista. A saia é Cris Barros, uma das estilistas mais renomadas do mercado de moda feminina de luxo no Brasil. E o body é Undertop, marca brasileira de moda feminina premium. 

A influenciadora e Miss Universo Piauí 2018, Jéssyca Castro, aposta em uma composição criativa que comunica repertório visual, tendência e posicionamento. A mistura entre casualidade e informação de moda reúne peças da loja Acostamento, com unidade em Teresina, além de bolsa da BM Show e acessórios da Love Rubi e Azulik.

A médica psiquiatra Roberta Quintela escolheu comemorar o aniversário com um styling que comunica bom gosto e maturidade estética, reunindo estrutura clássica com brilho comedido. O conjunto é de coleção da marca brasileira TIG. 

 

Shelda Magalhães

É coordenadora-geral da Agência Brio Comunicação. Foi coordenadora de Comunicação da OAB-PI (2022-2024). Foi âncora da TV Antena 10/ Record TV e da TV Band Piauí. Foi repórter da TV Antena 10. Atuou como repórter do Portal OitoMeia. É jornalista pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI). É certificada em Marketing Digital, Branding Pessoal e de Marca.
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